Uma eliminatória para lançar o futuro

Se o Benfica quiser apostar seriamente neste grupo ficou provado que estes meninos podem lutar pela vitória nesta prova da UEFA. Penso que os responsáveis do Benfica devem pensar seriamente em apostar tudo, como aliás o Estádio da Luz pedia antes do apito inicial (All In), neste plantel e não cair nas tentações dos euros fáceis e das conversas dos agentes.

Não me lembro de um grupo de trabalho que tenha, no primeiro ano de treinador e de muitos dos titulares, ainda por cima com muitos jogadores sem experiência, vencido a Liga dos Campeões. Este ano pedir mais era difícil. Por outro lado, os vencedores destra prova milionária têm sido equipas que apostam a longo prazo, que têm o grupo junto, pelo menos há 3/4 anos, e que chegam consistentemente às fases avançadas da prova. O Bayern vai para a 5ª semi final seguida, olhemos para o Barcelona e a aposta num grupo forte de jogadores da cantera, porque não para o Real Madrid que gastou milhões com Ronaldo, Bale, James e outros para trazer a 10ª.

É isto que peço a Luís Filipe Vieira e a Rui Vitória: apostem nestes jogadores a longo prazo, saídas vão sempre haver mas que em cada temporada abandone um ou, no máximo, dois titulares e o Benfica pode conquistar a 3ª. 


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Roubados!

Escândalo em Munique! Mas quero primeiro dar o mérito devido ao jogadores e treinador do Benfica! Um jogo top num dos estádios mais difíceis do mundo! Fizeram tudo bem menos um lance no primeiro minuto! Depois como tem sido habitual, sempre que o SLB chegou ao quartos de final desta prova da UEFA, o árbitro não deixou.


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A realeza da Torre das Antas

Alexandre Pinto da Costa, detentor da empresa Energy Soccer, terá lucrado 1,94 milhões de euros em negócios com o FC Porto, clube do qual o seu pai, Pinto da Costa, é presidente. A relação entre a empresa e o clube começou em 2012, segundo o Correio da Manhã.

Segundo aquele jornal, a Energy Soccer fez a intermediação de pelo menos sete negócios que envolvem jogadores do FC Porto. O jogador que permitiu um maior encaixe financeiro para a empresa foi Casemiro, que jogou no clube de Pinto da Costa na época de 2014/15 por empréstimo do Real Madrid. A Energy Soccer terá recebido 700 mil euros para gerir a carreira do internacional brasileiro. Depois, o jogador mais proveitoso para a Energy Soccer foi Ricardo Quaresma. Segundo o Correio da Manhã, a anunciada transferência a custo zero em janeiro de 2014 afinal custou 500 mil euros ao clube, que foram pagos à Energy Soccer por ter sido intermediária do negócio.

A Energy Soccer terá ainda recebido comissões relativas a negócios relativos aos seguintes jogadores: Álvaro Pereira, Rolando, Carlos Eduardo, Christian Atsu e Frederico Varela, o único que ainda tem contrato com o FC Porto.

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A importância de Johan Cruyff

Excelente post do blog Red Pass (AQUI):

«Esperei por um artigo de Valdano para terminar o meu luto simbólico pela morte de Johan Cruyff. O argentino já se manifestou com a genialidade à altura que o momento exigia e sinto-me obrigado a deixar um testemunho sobre um homem que marca a minha vida.
Desde a hora de choque em que soube da perda de Cruyff tenho dedicado muito do meu tempo a ler tudo o que me parece mais relevante sobre o holandês. Fiz questão de procurar e comprar a edição do L'Équipe com uma das melhores capas que já vi, guardei a Marca em versão digital, devorei artigos de nomes conhecidos e outros anónimos. Reli e partilhei as melhores frases de Johan sobre o futebol e ia pensando no queria dizer sobre o génio.

Podemos mesmo começar por Valdano. Estou em situação de poder afirmar duas constatações que explicam este texto. A primeira é que cedo descobri que nunca teria o jeito de Cruyff para jogar à bola, a segunda é que nunca terei o talento de Jorge Valdano para escrever.
No entanto, estão aqui dois dos principais nomes que mais influenciam algumas das maiores paixões da minha vida. Ver futebol, querer saber mais sobre o jogo, ler sobre futebol, escrever sobre futebol, entender a arte e falar sobre ela.

Depois de eu ter nascido em 1973 o primeiro campeão europeu foi o Ajax. Isto ajuda a explicar a facilidade com que herdei o fascínio por Cruyff. Naqueles primeiros anos de descoberta no mundo do futebol era essencial absorver a sabedoria dos mais velhos.

À medida que ia conhecendo o Benfica do final da década de 70, ia aprendendo que o futebol tinha mais encanto além da Luz. Já tinha revelado ao mundo grandes artistas, alguns com aura de imortais pelo que ganharam, pelo que jogaram e pela marca que deixaram no jogo. Eusébio, Coluna e seus companheiros de conquistas europeias eram os primeiros a ser absorvidos, naturalmente. Mas nomes como Pelé, Di Stefano, Puskas, Gento, Best, Charlton, Garrincha e tantos outros, iam entrando no meu universo de aprendizagem ouvindo histórias dos seus feitos pelo meu pai, pelo meu avô e outros adultos próximos. Depois, lendo os poucos livros dedicados ao assunto que havia por cá e vendo/ouvindo as transmissões raras de jogos internacionais onde Gabriel Alves e Rui Tovar acrescentavam sempre mais conhecimento da causa que era a paixão pelo futebol.

Foi a meio da década de 80 que a minha febre com o futebol atingiu o auge, após os mundiais de Espanha e México, do Euro de França, de assimilado tudo o que havia para saber sobre o Benfica da altura, a necessidade de saber mais e mais sobre futebol estrangeiro tinha uma solução nas transmissões das finais das taças europeias em Maio. Noites inesquecíveis, esperadas com ansiedade enquanto se tentava ler a Onze e devorava a Foot, revistas que começavam aproximar o futebol dos adeptos.

Curiosamente, foi durante a transmissão da final da Taça das Taças em Atenas no ano de 1987 que tive das conversas mais proveitosas sobre futebol com adultos. Em boa hora perguntei porque é que o treinador do Ajax era tão respeitado pelos comentadores. Na altura já sabia que Cruyff tinha sido grande jogador e que procurava ter o mesmo sucesso enquanto treinador mas via-se que era tratado como uma figura superior.
A mim não me parecia nada de especial o feito do Ajax vencer a Taça das Taças contra o Lokomotive Leipzig. Ganhou com um golo de um tal de Van Basten.
Fiquei contente porque me foram contando ao longo do jogo as proezas de Cruyff como jogador. Se o homem venceu 3 Taças dos Campeões seguidas a jogar pelo Ajax já era motivo suficiente para entrar para a galeria dos imortais. Mas ainda ter brilhado no Barcelona e ter levado a Holanda à final do Mundial de 1974 eram feitos ainda muito frescos na memória do meu pai e do meu avô. Não havia como não ficar rendido.

O meu avô morreu convencido que Johan Cruyff foi o melhor jogador do Mundial 1978 precisamente pela sua ausência. Contava-me repetidamente que o holandês se recusou a jogar um torneio organizado pela Argentina sob uma ditadura militar comandada por Jorge Videla. Ficámos a saber há poucos anos que não foi bem assim mas nada mudou sobre a imagem de Cruyff.

Cedo fiquei a saber que a minha Holanda 1974 foi o Brasil 1982. Percebia perfeitamente o encanto dos mais velhos com a Laranja Mecânica, já sabia que nem sempre os melhores vencem mas os que jogam melhor ficam sempre na história. Cruyff já estava na história.

Felizmente, fui a tempo de acompanhar a sua carreira como treinador. Assisti à tal vitória europeia e depois vi como mudou o futebol do Barcelona. Já todos sabem o que foi Cruyff a treinar o Barça entre 1988 e 1996.

 Infelizmente, o percurso de Johan Cruyff rumo à glória como jogador e treinador cruzou-se com o Benfica. Infelizmente porque ele foi sempre feliz. Pode-se dizer que Cruyff foi uma espécie de antídoto ao Benfica europeu.
Em 1968/69 o Ajax disputou um dos duelos mais épicos da Taça dos Campeões daquela era. A equipa de Cruyff travou mais uma caminhada do Benfica rumo à final nos 1/4 de final da prova.
O Benfica foi ganhar a Amesterdão por 1-3 e pensou ter a questão resolvida mas os holandeses responderam com o mesmo resultado na Luz deixando tudo empatado. Desempate em campo neutro e vitória categórica do Ajax. A imprensa internacional falou de passagem de testemunho de Eusébio para o jovem Cruyff. Foi por esses dias que se soube da enorme admiração que Johan tinha pelo King. Vinha desde o dia que foi apanha bolas em Amesterdão na final que o Benfica venceu o Real Madrid! Eu só descobri esta história agora...

Em 1971/72 nova desfeita. Nas meias finais da Taça dos Campeões Europeus, o Ajax de Cruyff venceu na Holanda por 1-0 e sobreviveu na Luz com um 0-0. Johan disse que foi dos maiores massacres que sofreu mas como saíram vivos aproveitaram e ganharam mais um troféu na final com o Inter.
 Ficou para sempre um enorme respeito e amizade entre dois figurões do futebol mundial, Eusébio e Cruyff.

O Benfica podia queixar-se de ter voltado a ser vitima das géneses de Cruyff ao perder mais tarde as finais de Estugarda e Viana contra o PSV da... Holanda e o Milan com os três melhores ... holandeses.

O destino havia de trazer Johan Cruyff ao Estádio da Luz que ele tanto respeitava.
Eu vi em 1991 o grande Barcelona de Cruyff ao vivo. Foi no caminho para a conquista da primeira Taça dos Campeões para os catalães. Foi o começo do Barça ganhador.
Havia limite de estrangeiros, Cruyff apostou em Ronald Koeman e Richard Witschge, seus compatriotas e nos geniais Stoichkov e Michael Laudrup. Tudo comandado dentro de campo por Guardiola. Mais uma vez, o Benfica não foi adversário fácil para o holandês. Na Luz ficou 0-0, no Camp Nou um magro 2-1 apurou o Barcelona para Wembley onde bateu a Sampdoria. Local mais simbólico para coroar o futebol do Barça de Cruyff era impossível.
Estava aberto um caminho que obedecia a uma regra, o Barcelona podia ganhar muito mas teria sempre que respeitar a filosofia de Cruyff. Não é por acaso que só espanhóis e holandeses, seguidores da escola de Johan, têm tido verdadeiro sucesso à frente dos culés. Uma herança preciosa mas muito séria.

O facto do jogador e treinador Johan Cruyff ter cruzado o seu destino vitorioso tantas vezes com o Benfica só acelerou e aumentou a minha admiração por ele.
Descobrir graças ao YouTube toda a a sua classe a jogar futebol, aquela finta contra a Suécia em 1974, o golo impossível ao Atlético em Barcelona, a jogada épica de abertura de partida na final de 1974 contra a Alemanha, são só alguns pormenores de uma figura maior. Tão grande quanto as suas frases que pretendiam simplificar o jogo, ditas por alguém que assumia que falava mal cinco línguas. A inteligência, o humor e a paixão pelo futebol enquanto arte elevou Cruyff para o patamar dos guardiões do templo da bola.
Gostar de futebol é compreender Cruyff.
Não por acaso, em Portugal os três diários desportivos conseguiram não respeitar a sua memória...»

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Johan Cruyff: estrela eterna

Mudar radicalmente para melhor uma actividade humana já estudada, seguida e amada por milhões de pessoas está ao alcance de muito poucos seres humanos. Johan Cruyff atingiu isso no futebol, o desporto rei. Deixou-nos hoje aos 68 o expoente máximo do futebol total.


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Suspeitas na atribuição do Euro 2004

Um dos responsáveis pela candidatura portuguesa à organização do Campeonato da Europa em 2004 revela na sua autobiografia alguns episódios que podem ter influenciado a decisão da UEFA em atribuir o Euro 2004 a Portugal.

Na autobiografia do antigo apresentador de televisão, que será publicada amanhã, Carlos Cruz revela alguns episódios dos bastidores da Candidatura de Portugal à organização do Campeonato da Europa, e relata as dificuldades que teve enquanto presidente da Comissão Executiva da candidatura portuguesa para angariar votos junto das outras federações europeias.

As revelações de Carlos Cruz incluem conversas com Gilberto Madail, na altura presidente da Federação Portuguesa de Futebol, e José Sócrates, na altura Ministro-adjunto de António Guterres.

"O presidente da Federação desse país (não especifica qual) tinha manifestado o desejo de passar férias em Portugal. Alguém teve a ideia de oferecer as férias ao senhor e família. Fizemos as contas e como ele não tinha datas escolhidas levou-se um envelope com os dólares equivalentes ao cálculo das viagens e de uma semana de férias no Algarve. […] À saída da reunião, Madail, discretamente, entregou-lhe o envelope. Como o dólar valia mais do que o sol do Algarve, o nosso amigo guardou o dinheiro e não pôs os pés em Portugal. Já em Aachen (Alemanha) fez chegar até nós a sua disposição de falar com mais um ou dois colegas amigos, de outras federações votantes. Percebemos a mensagem que nos chegou já perto da decisão. Madail encontrou-se com ele no quarto do hotel; disse-me que o encontrou em roupão e que o senhor ficou muito feliz com o segundo envelope que recebeu; penso que foram 12500 ou 15000 dólares. Não sei se angariou ou não algum voto; ao sair da sala onde tinha decorrido a votação mostrou-me um papel e apontando com o dedo disse-me com muito sotaque 'I vote Portugal…see…see.' Tinha escrito Portugal, Áustria, Espanha por esta ordem", pode ler-se entre as páginas 518 e 519.

"Em conversa com um amigo meu, presidente de uma multinacional, referi-lhe o nome do presidente da federação de um país que tinha grande influência na decisão da Comissão do Euro. […] Esse meu amigo, cuja multinacional tinha uma filial no país em questão, prometeu tentar obter informações sobre o indivíduo e a sua tendência de voto. […] Foi no bar do Hotel Ritz que ele me informou: teríamos o voto garantido daquele país e a promessa de que faria lóbi a nosso favor junto de várias federações do Leste; em contrapartida queria uma vivenda no Algarve no valor de 100 mil dólares. Fiquei estupefacto, mas não comentei e prometi fazer as necessárias consultas. Telefonar-lhe-ia depois para comunicar a decisão. Falei com Madail e José Sócrates e foi este que me disse: 'Ó Carlos Cruz, não podemos perder isto por uma questão de dinheiro! Era o que faltava!' Perguntei-lhe se aquela afirmação era um 'sim' à proposta. Se garantisse o voto, era. Telefonei ao intermediário e disse-lhe exactamente isso. Foi seu um dos primeiros telefonemas que recebi logo a seguir à decisão da UEFA. Ainda hoje recordo a sua frase: 'I told you'. Também me lembro do que me veio à cabeça: e agora? Vamos mesmo ter de dar uma vivenda ao gajo? Os dias passaram. Finalmente chegou o e-mail que eu receava: esperava notícias para tratar do que havia sido acordado. Gilberto Madail dizia-me que não tinha nada a ver com isso e José Sócrates dizia-me para falar com Madail. Eu argumentava que não tínhamos a certeza de que ele votara em Portugal ou que tivesse angariado votos, não tínhamos acesso à ata da votação. Quando a pressão sobre mim atingiu o clima de quase ameaça, enviei um último e-mail dizendo-lhe que não tinha qualquer responsabilidade pois apenas confirmara indicações superiores; tal como ele, tinha sido um intermediário: ele, devia, por isso contactar a FPF ou o ministro José Sócrates. Nunca mais tive notícias sobre o assunto", pode ainda ler-se nos excertos da autobiografia de Carlos Cruz que foram publicados esta terça-feira pelo jornal A Bola.


O referido diário desportivo também contactou os envolvidos para confirmar o teor dos conteúdos do livro assinado pelo antigo apresentador de televisão, atualmente a cumprir pena de prisão por alegados abusos sexuais a menores, e obteve a mesma resposta. Tanto Gilberto Madail como José Sócrates, através de um assessor, desmentiram categoricamente as passagens do livro de Carlos Cruz.
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Vitória histórica no Bessa

Após a vitória por 0x1, esta noite, no Bessa mesmo ao cair do pano, o Benfica de Rui Vitória fez história. Esta foi a décima primeira vitória consecutiva dos encarnados, esta época, fora do seu terreno (todas as competições), algo que o clube ainda não tinha conseguido alcançar até hoje. 

Depois de empatar no terreno do União da Madeira na 7ª jornada do campeonato nacional, as águias começaram uma série consecutiva de vitórias fora. Seguiram-se três triunfos para a Liga NOS: Vitória de Guimarães, Nacional e Estoril.
Na Taça da Liga, os encarnados mantiveram os bons resultados fora do Estádio da Luz - Oriental e Moreirense.
Com uma vitória no terreno do Zenit para a Liga dos Campeões pelo meio, o Benfica venceu mais cinco vezes fora da sua casa no campeonato nacional: Moreirense, Belenenses, Paços de Ferreira, Sporting e, esta noite, o Boavista. 


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Boavista 0-1 Benfica: golooooooooo

Foi este o grito de alívio!!!! Foi são Jonas pistolas, ao minuto 93, a valer a um desinspirado Benfica que nunca conseguiu dominar um forte Boavista! Mas são estas vitórias que fazem a diferença no final e esta estrelinha, que tinha andado grande parte da liga para os lados de Alvalade, está agora do lado das águias. 



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Benfica contra Bayern Munique

O SL Benfica vai jogar com o Bayern Munique nos quartos de final da Liga dos Campeões 2015/16. Pior era difícil... Primeira mão em Munique.


O sorteio completo  dos quartos de final da Liga dos Campeões 2015/16:

Wolfsburg - Real Madrid
Bayern Munique - Benfica
Barcelona - Atlético Madrid
PSG - Manchester City


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Fejsa: a muralha dos balcãs

SABIA QUE?

Dos 18 golos sofridos pelo Benfica na Liga NOS, apenas 3 foram encaixados com Ljubomir Fejsa em campo?

O sérvio demora 284 minutos em campo até sofrer um golo, e só é superado nas principais ligas da Europa por Claudio Marchisio, que demora 289 minutos.


Fonte: GoalPoint.pt
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SL Benfica: superpotência desportiva


É inegável a qualidade do trabalho dos profissionais que trabalham no Sport Lisboa e Benfica. Ganhar, já se sabe que nem sempre se ganha mas já são várias temporadas com o Benfica sempre na luta por títulos nacionais e europeus em várias modalidades. Veja-se esta temporada a competitividade do SLB na Europa, e ainda muito há para avançar, só os juniores já foram eliminados:

1/4 final em futebol (Champions)
1/4 final em futebol juniores (Champions)
1/4 final em andebol (Taça Challenge)
1/4 final em hóquei (Liga Europeia)
1/2 final em futsal (Champions)
1/2 final em voleibol (Challenge Cup)

Isto é ecletismo! Isto é competitividade! Isto é o Benfica!


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Gestão de Pinto da Costa contestada em AG

Foi uma Assembleia geral do FC Porto agitada! Para além das mais de 3 horas de perguntas ao Presidente Pinto da Costa acontecerem cenas lamentáveis, infelizmente normais nestes assuntos azuis e brancos, com um jornalista agredido na cabeça por um bando de pessoas de rosto tapado.

A reunião magna dos dragões de ontem tinha apenas como ponto de ordem apreciar, discutir e votar a proposta de Regulamento Eleitoral, seguido de meia hora para serem tratados assuntos de interesse para o clube. O tempo acabou por arrastar-se…

Pinto da Costa foi confrontado com várias perguntas, muitas delas a contestar a gestão da SAD, a ausência de títulos, até a relação entre Antero Henrique e Alexandre Pinto da Costa, seu filho, depois dos rumores de discordância entre dois dos homens de maior confiança de Pinto da Costa. Apesar do homem forte do clube nortenho ter desmentido esses rumores, muitos especulam que os falhanços em diversas contratações milionárias do FC Porto se devem às constates lutas pelas comissões entre Antero e Alexandre. Um dos sócios que usou da palavra apelou mesmo ao presidente do FCP para se afastar dos «mafiosos e oportunistas» que andam à sua volta.

O presidente dos dragões reconheceu que tem sido um mandato mau no que diz respeito ao futebol mas também se queixou das arbitragens, lembrando o trabalho feito no museu, no basquetebol, no ciclismo e nas piscinas do clube. Não deixou de criticar aqueles que assobiam a equipa, mas também nomes como Rodolfo Reis, Guilherme Aguiar, Miguel Guedes e Manuel Serrão, comentadores afetos ao clube em programas de televisão.

Os sócios quiseram também saber o que levou a que as eleições da SAD fossem realizadas no início de Março, quando ainda não tinha sido eleito o presidente do clube. Recorde-se que as eleições para os órgãos sociais do clube decorrem a 17 de Abril e, caso Pinto da Costa não seja eleito – e ainda nem é candidato – haverá um presidente da SAD, entidade responsável pelo futebol, que não é a mesma pessoa que o presidente do clube. E poderá até nem ter a mesma visão para o FC Porto.
Jorge Nuno Pinto da Costa explicou que o prazo para as eleições na SAD se realizarem era o mês de Março. Mas o ato eleitoral até acabou por ser apressado porque havia questões para resolver que necessitavam da legitimidade que a reeleição da direção da SAD traria, como o caso da parceria com Unicer, «um contrato para três anos, de vários milhões euros».
O responsável explicou ainda que convocou duas reuniões antes das eleições: uma na SAD e outra na direção do FC Porto, onde estiveram os 14 vice-presidentes, e onde garantiu: «Se eu não for o presidente, no mesmo dia demitimo-nos da SAD sem exigir absolutamente nada ao FC Porto».

Alguns associados queixaram-se ainda da forma como o clube está a ser gerido, falaram sobre divisões internas no seio do FC Porto, e apelaram à necessidade de «fazer uma limpeza para tirar os oportunistas e os mafiosos».

As restantes questões foram, quase todas, sobre os maus resultados do clube, que têm deixado os azuis e brancos numa seca de títulos. Os associados perguntaram a Pinto da Costa como explica a situação dos insucessos dos últimos dois anos, e de «mais um que vai pelo mesmo caminho», e que está previsto fazer para a inverter.

Pinto da Costa admitiu então que o anterior treinador, Julen Lopetegui, «não se integrou no futebol português», mas aponta também o dedo aos árbitros, embora admita que «não é uma explicação», e ao anterior presidente da Liga, Mário Figueiredo.

Perante vários sócios que se disseram tristes com o que tem acontecido no futebol do clube, o presidente admitiu: «Estamos tristes quando se fala de futebol. No nosso mandato, o FC Porto ganhou uma supertaça, não é nada para o que queremos».

As contratações também foram alvo de crítica, nomeadamente a da Imbula, que chegou ao FC Porto por 20 milhões de euros, e já foi vendido para o Stoke City. O presidente apontou toda a responsabilidade ao técnico Julen Lopetegui. «Fomos atrás da sua opinião. Felizmente que conseguimos não perder dinheiro porque o vendemos a tempo e horas».

Mas as queixas não foram unidirecionais e Pinto da Costa também apontou o dedo aos adeptos por assobiarem os jogadores quando falham um passe «aos 5 minutos», e rejeitou as críticas de que a equipa tem poucos portugueses, lembrando que a formação que ganhou a Liga Europa em 2011 em Dublin tinha três portugueses, quando agora há quatro a jogar regulamente, não contando com Sérgio Oliveira, por exemplo, que jogou no último domingo.

E o argumento de «falta de mística» também não colhe junto de Pinto da Costa que diz que a mística é serem verdadeiros profissionais e deu exemplos. «Quando chegou cá, o Hulk não sabia o que era o FC Porto, nem o James Rodriguez, ou o Falcao. E agora ninguém pode pôr em causa o profissionalismo, o empenho, a vontade do Maxi Pereira, do Danilo… de diversos jogadores que são um exemplo dentro do campo».

De referir que Fernando Madureira, líder da principal claque de apoio do clube, também usou da palavra, dando apoio ao presidente e apelando à união.
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Os senhores dos troféus

Esta é a lista dos senhores dos anéis da Europa! A lista dos jogadores, que jogaram na Europa, com mais taças:

Destaco as presenças de 4 lendas portuguesas e Iniesta que, provavelmente, se vai tornar esta temporada o líder desta lista:

Ryan Giggs – 25 troféus
• Manchester United: 2 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 1 Mundial de Clubes, 13 ligas, 4 Taças de Inglaterra, 3 Taças da Liga inglesa

Kenny Dalglish – 24 troféus
• Celtic: 4 ligas, 4 Taças da Escócia, 1 Taça da Liga escocesa
• Liverpool: 3 Taças dos Campeões, 1 SuperTaça Europeia, 6 ligas, 1 Taça de Inglaterra, 4 Taças da Liga inglesa

Andrés Iniesta – 23 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 2 Campeonato da Europa da UEFA
Barcelona: 4 UEFA Champions League, 3 SuperTaça Europeia, 3 Mundiais de Clubes, 7 ligas, 3 Taças de Espanha
Olexandr Shovkovskiy – 23 troféus
• Dínamo Kiev: 13 ligas, 10 Taças da Ucrânia
Daniel Alves – 22 troféus
• Brasil: 1 Copa América
• Sevilha: 2 Taças UEFA, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça de Espanha
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 3 SuperTaça Europeia, 3 Mundiais de Clubes, 5 ligas, 3 Taças de Espanha

Vítor Baía – 22 troféus
• Porto: 1 UEFA Champions League, 1 Taça UEFA, 1 Taça Intercontinental, 10 ligas, 5 Taças de Portugal
• Barcelona: 1 Taça dos Vencedores das Taças, 1 liga, 2 Taças de Espanha

Johan Cruyff – 22 troféus
• Ajax: 3 Taças dos Campeões, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 8 ligas, 5 Taças da Holanda
• Barcelona: 1 liga, 1 Taça de Espanha
• Feyenoord: 1 liga, 1 Taça da Holanda

Xavi Hernández – 22 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 2 Campeonatos da Europa da UEFA
• Barcelona: 4 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeia, 2 Mundiais de Clubes, 8 ligas, 3 Taças de Espanha

Paco Gento – 21 troféus
• Real Madrid: 6 Taças dos Campeões, 1 Taça Intercontinental, 12 ligas, 2 Taças de Espanha

Paolo Maldini – 21 troféus
• Milan: 5 Taças dos Campeões, 5 SuperTaças Europeias, 2 Taças Intercontinentais, 1 Mundial de Clubes, 7 ligas, 1 Taça de Itália

Gerard Piqué – 21 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Manchester United: 1 UEFA Champions League, 1 liga
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 3 SuperTaças Europeias, 3 Mundiais de Clubes, 5 ligas, 3 Taças de Espanha

Roar Strand – 21 troféus
• Rosenborg: 16 ligas, 5 Taças da Noruega

Lionel Messi – 20 troféus
• Barcelona: 4 UEFA Champions League, 3 SuperTaças Europeias, 3 Mundiais de Clubes, 7 ligas, 3 Taças de Espanha

Mário Coluna – 19 troféus
Benfica: 2 Taças dos Campeões, 10 ligas, 7 Taças de Portugal

Alessandro Costacurta – 19 troféus
• Milan: 5 Taças dos Campeões, 4 SuperTaças Europeias, 2 Taças Intercontinentais, 7 ligas, 1 Taça de Itália

Serhiy Rebrov – 19 troféus
• Dínamo Kiev: 9 ligas, 7 Taças da Ucrânia
• Fenerbahçe: 1 liga
• Rubin Kazan: 2 ligas

Frank Rijkaard – 19 troféus
• Holanda: 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Ajax: 1 UEFA Champions League, 1 Taça dos Vencedores das Taças, 5 ligas, 3 Taças da Holanda
• Milan: 2 Taças dos Campeões, 2 SuperTaças Europeias, 2 Taças Intercontinentais, 2 ligas

Bastian Schweinsteiger – 19 troféus
• Alemanha: 1 Campeonato do Mundo
• Bayern: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Mundial de Clubes, 8 ligas, 7 Taças da Alemanha

Edwin van der Sar – 19 troféus
• Ajax: 1 UEFA Champions League, 1 Taça UEFA, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 4 ligas, 3 Taças da Holanda
• Manchester United: 1 UEFA Champions League, 1 Mundial de Clubes, 4 ligas, 2 Taças da Liga inglesa

Marius Lăcătuș – 18 troféus
• Steaua: 1 Taça dos Campeões, 1 SuperTaça Europeia, 10 ligas, 6 Taças da Roménia

Jari Litmanen – 18 troféus
• MyPa: 1 Taça da Finlândia
• Ajax: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 5 ligas, 3 Taças da Holanda
• Liverpool: 1 Taça UEFA, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça de Inglaterra, 1 Taça da Liga inglesa
• HJK Helsinki: 1 liga, 1 Taça da Finlândia

Vazha Tarkhnishvili – 18 troféus
• Sheriff: 11 ligas, 7 Taças da Moldávia

Iker Casillas – 17 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 2 Campeonatos da Europa da UEFA
• Real Madrid: 3 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeias, 1 Taça Intercontinental, 1 Mundial de Clubes, 5 ligas, 2 Taças de Espanha

Eusébio – 17 troféus
• Benfica: 1 Taça dos Campeões, 11 ligas, 5 Taças de Portugal

Luís Figo – 17 troféus
Sporting: 1 Taça de Portugal
Barcelona: 1 Taça dos Vencedores das Taças da UEFA, 2 ligas, 2 Taças de Espanha 
Real Madrid: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Taça Intercontinental, 2 ligas
Inter: 4 ligas, 2 Taças de Itália

Philipp Lahm – 17 troféus
• Alemanha: 1 Campeonato do Mundo
• Bayern: 1 UEFA Champions League, 1 SuperTaça Europeia, 1 Mundial de Clubes, 7 ligas, 6 Taças da Alemanha

Carles Puyol – 17 troféus
• Espanha: 1 Campeonato do Mundo, 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeias, 2 Mundiais de Clubes, 6 ligas, 2 Taças de Espanha

Darijo Srna – 17 troféus
• Hajduk: 1 liga, 2 Taças da Croácia
• Shakhtar: 1 Taça UEFA, 8 ligas, 5 Taças da Ucrânia

Víctor Valdés – 17 troféus
• Spain: 1 Campeonato do Mundo, 1 Campeonato da Europa da UEFA
• Barcelona: 3 UEFA Champions League, 2 SuperTaças Europeias, 2 Mundiais de Clubes, 6 ligas, 2 Taças de Espanha

Fonte: UEFA.com
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Um outro ângulo do derby

Adoro estas filmagens de golos a partir da bancada! Acho que as TV deveriam ter câmaras deste género nas bancadas! Sem a paixão dos adeptos são apenas 22 jogadores atrás de uma bola... Aqui fica o golo de Mitroglou que decidiu o derby da semana passada:




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Rendidos a Rui Vitória

É o sentimento mais forte que se sente no planeta benfiquista na actualidade. Hoje, foi Toni, numa entrevista que apanhei no DN a desfazer-se em elogios ao actual treinador do Benfica. Desta peça ficou-me algo importante que Toni refere, ele que como poucos conhece o SLB e o futebol nacional. A importância da vitória em Braga! A ler:

Toni explica ao DN os grandes méritos do trabalho de Rui Vitória no Benfica

"O jogo da viragem do Benfica foi em Braga, numa altura em que o precipício estava à vista." A frase é de Toni, antigo capitão e treinador dos encarnados, que fez para o DN uma análise aos quase nove meses de Rui Vitória no comando técnico da equipa.


Os factos mostram que o Benfica chega a esta fase decisiva da temporada na liderança da Liga com dois pontos de avanço sobre o Sporting, segundo classificado, vai disputar com o Sp. Braga o acesso à final da Taça da Liga e anteontem garantiu na Rússia o apuramento para os quartos-de-final da Liga dos Campeões. A juntar a isso, tem um ataque que frente ao Zenit chegou aos 90 golos em todas a competições. Um percurso que começou errático, devido à má entrada na Liga, mas sobretudo às três derrotas com o Sporting que custaram a Supertaça, a Taça de Portugal e um atraso de sete pontos.

Toni recorda a "herança pesada" que Rui Vitória recebeu de seis temporadas de Jorge Jesus, razão pela qual diz terem sido "naturais as comparações e a desconfiança dos adeptos, depois de perder os jogos com o Sporting". Um fardo pesado do qual o técnico encarnado só se conseguiu libertar a 30 de novembro, depois de uma derrota em Alvalade para a Taça e um empate 2-2 em Astana, que valeu o apuramento para os oitavos-de-final da Champions, num jogo em que até esteve a perder 2-0. É essa a data do jogo com o Sporting de Braga, que o Benfica venceu por 2-0 e marcou uma estreia na Liga portuguesa de um jogador que se revelaria determinante. "Com a entrada de Renato Sanches e a passagem do Pizzi para a direita, o meio--campo ganhou fulgor e maior profundidade, além da irreverência de um jovem que, como é natural para a idade, apresenta ainda algumas lacunas", sublinhou Toni.

Os números comprovam a importância da entrada de Renato Sanches no onze, pois em 24 jogos com o jovem o Benfica só empatou dois jogos e perdeu outros tantos. Ainda assim, o antigo técnico recusa a ideia de haver um Benfica antes de Renato Sanches e outro depois. "Há uma melhoria de resultados, para o qual contribuíram ainda outros jogadores como Jonas e Mitroglou pelos golos que continuaram a marcar", frisou, garantindo que o mais importante foi o trabalho realizado para que todos os jogadores encontrassem uma dinâmica coletiva. "Houve processos e princípios de jogo que foram sendo assimilados, com um tipo de liderança novo, bem diferente da anterior, aos quais os resultado foram ajudando após esse jogo de Braga", acrescentou.

No fundo, foi a partir desse momento que "Rui Vitória começou a convencer os mais céticos e a dar razão a quem apostou nele", mostrando então que se trata de "um treinador que trabalha bem as suas equipas e projeta bem os jogos".

Os sinais que os jovens dão
Um dos méritos de Rui Vitória que Toni faz questão de enaltecer é o facto de os jogadores que têm entrado para render lesionados ou castigados terem tido um bom rendimento em campo, algo que em sua opinião se deve "à qualidade dos jogadores e do trabalho do treinador".

E, nesse sentido, considera que "é mais fácil a qualquer futebolista entrar na equipa quando há princípios de jogo bem assimilados por todos". E dá mesmo o exemplo de Samaris, que frente ao Zenit teve de jogar como central: "Um jogador que é médio-defensivo e depois faz o jogo que faz como defesa-central é porque existe cultura tática e uma filosofia de jogo bem assimilada."

E esta é uma ideia que Toni aplica também à estratégia bem-sucedida de lançar jovens como Nélson Semedo, Gonçalo Guedes, Renato Sanches, Lindelöf e Ederson Moraes. "Os jogadores dão sinais ao treinador durante a semana e cabe-lhe captar esses sinais", justificou, assegurando que "Rui Vitória sabe a qualidade dos miúdos", mas ainda assim reconhece que "é preciso coragem" para apostar neles num clube como o Benfica. E este é, para Toni, "cada vez mais o caminho que deve ser seguido", pois "o investimento na formação tem de ser rentabilizado, face às dificuldades financeiras dos clubes".

Compromisso e autoconfiança
Uma das características evidenciadas por Toni é "o compromisso entre todos pela procura de atingir os objetivos", algo para o qual muito contribui "a elevada autoestima que tem origem nas vitórias".

Um dado que na sua opinião pode ser "muito importante numa fase decisiva da época". "Todos os jogadores mostram dominar todos os momentos do jogo e respiram confiança", sublinhou, destacando que isso contribui para "uma grande capacidade mental e de concentração" determinante para "elevar a capacidade de sacrifício".
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Jesus alimenta o Benfica de Vitória

Fui dos blogs que mais criticou a não continuidade de Jorge Jesus mas é daquelas coisas que não me importarei nada de admitir que estava errado. Acho que este post do Ontem vi-te no Estádio da Luz (AQUI) escreve de uma forma simples algo muito importante nesta época e num eventual sucesso benfiquista:

«Jesus continua a ter influência no sucesso do Benfica. A forma ordinária como falou de Vitória fez sobressair o melhor do benfiquismo: união, amizade, solidariedade, garra, luta, amor. O Benfica é um animal bondoso que, quando é desafiado, é capaz de devorar o mundo.»
A união deste grupo está a fazer a diferença. Viu-se isso ontem nesta imagem:  




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Zenit 1-2 Benfica: glorioso SLB

O Benfica está nos quartos de final da Liga dos Campeões depois de eliminar o Zenit S. Petersburgo com duas vitórias categóricas. Hoje, na Rússia, o Benfica completa uma semana de sonho, juntando ao triunfo no derby de sábado uma vitória por 1-2 e o carimbo para o sorteio da UEFA onde vão estar os 8 melhores clubes da Europa.

Agora, sejamos honestos, é evitar a todo o custo o Barcelona, o Real Madrid e o Bayern Munique, que estão noutro nível mas com o espírito que esta equipa está os outros companheiros de sorteio não estão fora de alcance para esta águia de Rui Vitória.

O Sport Lisboa e Benfica chega à sua 29ª presença nos quartos de final de uma prova da UEFA, provas que celebram nesta temporada a 61ª edição. Ou seja, o Benfica em quase metade das temporadas chegou a esta fase dos 8 melhores do continente. Um registo glorioso, notável mesmo, e só superado por Real Madrid, Barcelona e Bayern Munique.

O jogo desta tarde foi parecido ao jogo de Alvalade apesar do Benfica ter feito uma 1ª parte de melhor nível. Apareceu confiante e de cabeça erguida, sempre com o jogo controlado, com mais remates e mais oportunidades. Na 2ª parte, nova entrada frágil das águias, o que trouxe muito trabalho a Ederson e que acabou por resultar no golo de Hulk, numa jogada que começa numa falta escandalosa não assinalada sobre Nélson Semedo.

Mas a reacção do Benfica foi fantástica! Uma equipa de grande personalidade, muito bem trabalhada por Rui Vitória, que não desistiu e deu a volta ao marcador em poucos minutos. Tudo começou num pontapé brilhante de Raúl Jiménez, um gesto magistral, que o GR russo ainda desviou para a barra mas que Gaitán aproveitou para, no ressalto e sem oposição, dar vantagem ao Benfica. Depois ainda houve tempo para Talisca concluir a reviravolta e dar a 10ª vitória seguida, fora de casa, dos encarnados.

Homem do jogo: neste momento é difícil falar de individualidades neste grupo. Estão todos fortes, quem entra a substituir algum lesionado ou castigado joga melhor do que o anterior titular e esta é a imagem de marca deste Benfica. 
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Zenit tem apostado no contra ataque

E amanhã não poderá jogar com a táctica que tem mais usado nesta competição. É claro que André Villas Boas mostrou desconforto pela desvantagem resultante do jogo da Luz e na antevisão de hoje não mudou muito o seu discurso. Ele sabe que o jogo que terá de fazer amanhã, ataque continuado, não é a especialidade da sua formação. A sua equipa tem apostado no contra ataque para alcançar o sucesso na Champions e é isso que mostram as estatísticas dos 7 jogos disputados pela sua equipa:

Menos posse de bola, menos remates mas pouca diferença nos remates no alvo, menos passes, mais faltas cometidas e muitos foras de jogo. Estas são claramente estatísticas de aposta no contra ataque. Amanhã é bom que o Benfica não caia na ratoeira de querer assumir o jogo.

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Ainda o derby...

Que me deixou nas nuvens! Reparem foi a temporada inteira a sofrer derrotas do Sporting e a levar nas orelhas dos meus amigos sportinguistas. Hoje estava tudo mais calmo...
Foi uma vitória que o Benfica precisava, ganhar um jogo grande, ganhar a Jesus, calar Bruno de Carvalho, mostrar que a euforia do Sporting era descabida, eles que tantas vezes nos acusaram de festejar cedo demais. Foi perfeito!

Foi uma vitória fantástica! Mas se repararem não foi nada que o Benfica não costume fazer, ir ganhar jogos importantes a Alvalade é uma constante e é, em boa parte, uma das razões da clara superioridade histórica das águias face ao seu eterno rival. Quem não se lembra dos golos de Sabry, Giovani, Simão, Markovic, Cardozo e tantos outros que gelaram o covil do leão. Do 3-6 ninguém precisa de ser lembrado! O Benfica foi sempre e ainda é o cabo das tormentas do Sporting.
No balanço oficial de jogos para o campeonato em Alvalade está 32 vitórias para o SCP, 31 para o Benfica. Isto com o Sporting com equipa da casa. Não é normal entre clubes grandes um deles estar tão equilibrado nos jogos fora.



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