O FC Porto já nem com 14 homens ganha

O FC Porto perdeu em casa da Académica de Coimbra por 1-0 e ao fim de 54 jogos seguidos para o campeonato os azuis e brancos perderam um jogo. Um desafio em que João Capela teve um trabalho horroroso! Começou logo no 1º minuto por não ver um penalty claro sobre Ivanildo, não expulsou Varela que cresceu para o fiscal de linha e devia ter visto 2º amarelo e marcou um penalty escandaloso/roubado que Danilo não conseguiu converter. Vergonha!



Quanto ao jogo uma 1ª parte totalmente dominada pela Académica que marcou mesmo no final da metade num canto em que Fernando tem um erro gigante e dá o golo à Briosa. Na 2ª parte a Académica desceu no campo mas um FC Porto sempre sem ideias e garra não conseguiu chegar ao empate.
Paulo Fonseca está com a corda na garganta pois a equipa piora de jogo para jogo e parece não saber que pode jogar com dois avançados de vez em quando. A táctica foi chuveirinho para a área a 20 minutos do fim.
3ª jornada seguida sem ganhar algo que não acontecia ao campeão nacional desde o princípio da temporada 2005/06.
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As capitais conquistadas pelo Glorioso

Nesta 4ª feira o Benfica conseguiu pela 1ª vez na sua história vencer um jogo em Bruxelas juntando assim a capital da Bélgica à sua gloriosa lista de capitais conquistadas. Das 21 capitais da Europa com mais de 1 milhão de habitantes Bruxelas foi a 12ª que viu a águia voar mais alto em jogos oficiais. Aqui está o mapa e a lista correspondentes:
Moscovo
Londres
Atenas
Roma
Amesterdão
Budapeste
Bucareste
Viena
Bruxelas
Minsk
Copenhaga
Sofia
Fica também o registo para vitórias em Berna, Oslo, Luxemburgo, Edimburgo e Nicósia.

Para o mapa se tornar vermelhão faltam as seguintes cidades de mais de 1 milhão de habitantes:
Capital Resultados
Paris D-E-D-E
Madrid D
Berlim D-E-E
Kiev D
Varsóvia --
Estocolmo --
Belgrado D
Praga E-D-E
Helsínquia D

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António Carraça queria Jesus fora e saiu

Importante entrevista de António Carraça ao Jornal Record em que o antigo director desportivo do Benfica explica alguns assuntos da sua curta passagem pelo SLB:

RECORD ? O que correu mal nesta sua segunda passagem pelo Benfica?
ANTÓNIO CARRAÇA ? Todos os projetos de vida ou profissionais têm objetivos. Individuais e coletivos. Do ponto de vista individual, foi um enorme privilégio ter liderado o departamento de futebol profissional do Benfica ao longo de dois anos. Ter estruturado e ser responsável por uma equipa, vasta e multidisciplinar, que deu sempre uma resposta profissional, competente, rápida e totalmente disponível às necessidades da equipa e do treinador, foi para mim um desafio ganho e uma experiência única e apaixonante. Do ponto de vista coletivo, além das vitórias e de muitas prestações de alto nível, o facto de termos falhado nos momentos cruciais obriga-nos, a todos, a assumir o fracasso de não termos atingido os objetivos definidos no início das épocas.

R ? O problema não foi então da estrutura?
AC ? O Benfica tem, na sua globalidade, uma das melhores estruturas do futebol europeu. Sempre defendi, e continuo a defender, que o próximo técnico do clube terá somente de se fazer acompanhar de um treinador de campo da sua confiança. O LAB, nas suas vertentes de Análise e de Fisiologia, o Departamento de Operações, de Segurança, Médico, de Apoio ao Jogador, de Equipamentos, de Comunicação e de Transporte são a estrutura que qualquer grande clube europeu desejaria ter.

R ? Bom, então o que é que correu mal?
AC ? A única coisa que correu mal foi não termos ganho os títulos que deveríamos obrigatoriamente ter ganho. Porque tínhamos a melhor estrutura, o melhor plantel, as melhores condições estruturais de trabalho, o melhor público e o melhor presidente, que nos proporcionou tudo o que uma equipa da dimensão do Benfica terá de ter para atingir o sucesso! Inclusive o seu total apoio e envolvimento.

R ? Sendo assim, saiu porquê?
AC ? Saí porque eu e o presidente entendemos ser a melhor decisão, de forma a defendermos os interesses da equipa e do clube. Ao longo dos meus 40 anos de profissional de futebol, sempre fui a solução e nunca o problema.

R ? E porque é que essa foi a melhor solução?
AC ? A partir do momento em que Luís Filipe Vieira decide renovar com Jorge Jesus, fica claro que a minha saída é inevitável. Quando o presidente, de forma convicta, aposta na continuidade de um técnico, que na minha perspetiva não reunia as condições ? técnicas, psicológicas, de relacionamento humano e de imagem pública ? para continuar a ser treinador do Benfica, este teria de ser o lógico desfecho.

R ? Não ficou magoado com a decisão?
AC ? Pode parecer estranho e contraditório, já que fiquei desempregado, mas aceito e compreendo a decisão do presidente. Do meu presidente. Quem como ele tem trabalhado para que o projeto desportivo do Benfica tenha sucesso, criando, com grande criatividade e engenho, as condições estruturais e humanas necessárias para os títulos, é perfeitamente natural que as opções tenham de se fazer. E essa é a sua função! Por isso é que é o presidente do Benfica com 83 por cento dos votos a sufrágio nas últimas eleições. Continuo, por isso, e porque sou seu amigo, a dar-lhe como sempre o meu apoio. E a defender o seu projeto e a sua continuidade à frente do Benfica.

R ? Acha que Jesus não deveria ter continuado no Benfica por ter perdido as três competições?
AC ? Nos meus relatórios, e ao pormenor, eram abordadas todas as questões estruturais, individuais e de funcionalidade do departamento de futebol. E aí defendi o fim de ciclo do treinador Jorge Jesus no Benfica. Por defender esta decisão, terminou o pequeno ciclo António Carraça.

R ? Sentiu-se como um bode expiatório no final da época? Afinal, foi a sua cabeça que rolou como se fosse o mal de todos os pecados?
AC ? De forma nenhuma. Quem como eu vive do e para o futebol profissional, sabe que o que se passa na realidade não é do conhecimento público. O que transparece na comunicação social é reflexo de falsas confidências, telefonemas com intenções determinadas, influências de amigos, um sem-número de virtualidades que não correspondem à verdade. Não houve bodes expiatórios, tão-somente decisões de índole política e de gestão de prioridades!

R ? Pagou por aquilo que se passou no Jamor na final da Taça?
AC ? Não, mas aconteceram dois factos graves na final da Taça de Portugal. A derrota da nossa equipa, que não poderia nunca acontecer. Nunca poderíamos perder, sem desrespeitar o Vitória, claro, com uma jovem equipa com cinco jogadores da equipa B e quatro meses de salários em atraso. Como não sou jogador ou treinador, a minha responsabilidade no resultado do jogo é tão-somente solidária com a equipa. Eu e a minha estrutura criámos todas as condições para que os jogadores e a equipa técnica tudo tivessem para fazer o seu trabalho.

R ? E o Cardozo?
AC ? O comportamento incorreto de Cardozo para com o seu técnico, eu também não o poderia evitar. Era impossível, pois nesse momento estava junto dos responsáveis da FPF, a tentar apressar as obrigações para a comunicação social e a entrega das medalhas. Por isso não estava perto. Além disso, o jogador em causa é um homem adulto, e responde pelos seus atos e atitudes. Ato que não poderia nunca ter sido protagonizado numa instituição como o Benfica por um seu atleta.

R ? Mas aconteceu?
AC ? Sim, e para resolver esses atos existem o Regulamento Interno e o Contrato Coletivo de Trabalho. O resto das insinuações, da minha pseudorresponsabilidade, de situações acontecidas no Jamor, do não cumprimento ao senhor Presidente da República ? que deveria estar acompanhado pelo presidente do Benfica para este fazer as devidas apresentações jogador a jogador ? e de não presenciarmos a entrega das medalhas aos vencedores aparecem a pedido de ?amigos? que não gostam do meu estilo de gestão e porque alguns pseudocomentadores de televisões e de jornais, que nunca deram nada ao futebol e que vivem desta forma paralela graças a ele, não tiveram coragem nem capacidade de dizer a verdade e explicar por que perdeu o Benfica onde deveria ter ganho!

R ? Já agora: porque não assistiram à entrega da Taça ao V. Guimarães?
AC ? Já tinham passado cerca de 25 minutos do fim do jogo - e o meu dever é proteger os meus jogadores ? e, por outro lado, onde estavam os vencedores aquando da entrega das medalhas aos vencidos?

R ? A agressão de Luisão ao árbitro na Alemanha: acha que lidou bem com o assunto?
AC ? Não houve agressão. Houve sim um contacto um pouco despropositado, que não deveria ter acontecido e que foi inflacionado por um pseudoárbitro, incompetente e comediante. Geri a situação, no sentido de sensibilizar o árbitro e os responsáveis alemães a continuarem o jogo, com pedido de desculpas do jogador e a sua substituição por outro jogador.

R ? Fez tudo o que deveria ter feito?
AC ? Fui sempre impedido de contactar com o árbitro pelos responsáveis do Fortuna. Durante cerca de 20 a 25 minutos, de forma infrutífera, tentei por todos os meios falar com o árbitro, sem me abrirem a porta. Não tenho dúvidas que só a influência e o poderio institucional da Federação alemã proporcionou o desfecho deste incidente. Basta ver os incidentes que acontecem todas as semanas por esse futebol mundial e comparar as sanções.

R ? Na memória ficou a imagem de Carraça e Jesus a rirem-se da situação. Não acha que foi altamente desajustado ao que se estava a passar?
AC ? Isso não é verdade. Não houve qualquer imagem do diretor do futebol a sorrir perante esses acontecimentos. Até porque entrei no relvado, e com o árbitro e dirigentes alemães recolhi logo ao túnel. Além disso, a situação não era para rir.

R ? Como define Vieira como líder?
AC ? É um presidente apaixonado pelo Benfica e pela sua função. Com enorme capacidade de trabalho, solidário, empenhado e com uma visão estratégica para o clube, para o futebol e empresas do grupo Benfica. Conseguiu regenerar por completo a situação financeira e empresarial do Benfica. Criou e construiu estruturas modernas, funcionais e de referência que o tornam num dos maiores clubes do Mundo. Quando obtiver sucesso desportivo, e acredito plenamente que o terá, será o presidente mais importante da história do clube.

R ? O que tem de fazer?
AC ? Terá de apostar, com tempo e estabilidade, em uma ou duas pessoas para trabalhar com ele no futebol. Se virmos o que se passa nos clubes de maior sucesso na Europa e no Mundo, as estruturas pensantes do futebol são compostas pelo presidente e por mais uma ou duas pessoas da sua total confiança. E que trabalham juntos durante mais de uma década. Que assumem, por inteiro, o controlo executivo das áreas do futebol. Sem interferências internas, de administradores, diretores, funcionários, etc. E sem interferências externas, de amigos, empresários, jornalistas, comentadores, que constantemente enviam emails e fazem telefonemas a darem a sua opinião, desajustada do que é a realidade, e que por vezes podem influenciar decisões. A estabilidade e a confiança são fundamentais para atingir o sucesso! Em dez anos, quantos responsáveis pelo futebol teve o Benfica? Que me lembre, quatro ou cinco.

R ? Entendeu-se sempre bem com ele?
AC ? O meu entendimento com Luís Filipe Vieira teve, tem e terá como bases a verdade, o respeito, a comunicação, o profissionalismo, a lealdade e a amizade. Ele sabe que lhe digo sempre o que penso. Mesmo que fique desempregado. Sabe que não defendo interesses pessoais e que acima de tudo está a equipa, o Benfica e a confiança que depositou em mim. Sabe que assumo sempre o que digo e o que faço. Sabe a paixão que tenho pelo meu trabalho. E sabe também que sou profissional do futebol há 40 anos, não tenho fortuna pessoal e nunca ganhei milhões de euros por ano, por isso necessito de trabalhar para viver, mas isso não me impede de ser independente no pensamento e nas decisões e que existem coisas que o dinheiro não compra!

R ? Sentiu-se sempre respaldado por Vieira?
AC ? Sempre me apoiou e me deu, a mim, à estrutura, aos jogadores e à equipa técnica, as condições de excelência de que necessitávamos para ganhar tudo. Sempre apoiou as minhas decisões.

R ? Foi alguma vez desautorizado ou desrespeitado pelo presidente?
AC ? Nunca isso aconteceu, durante os seis anos em que me deu a honra e o privilégio de trabalhar no Benfica e com ele.

R ? Há quem diga que Vieira sacode as responsabilidades quando as coisas correm mal. Concorda?
AC ? De forma nenhuma. Assume as responsabilidades dos seus atos e decisões. E é isso que todos os benfiquistas esperam dele. Por isso votaram em massa no seu projeto e na sua pessoa. Comete erros? Claro que comete! Mas segue em frente, retirando ilações e dando a cara e o peito às balas.

R ? Abandonou o Benfica em junho, mas só recentemente rescindiu o contrato. Porquê?
AC ? O timing foi definido pelo presidente e por mim. Ressalvo o facto de o Benfica ter cumprido todas as responsabilidades a seu tempo assumidas. No Benfica, a palavra e a honra fazem parte do seu código de conduta!

R ? Teve esperança de voltar?
AC ? O meu ciclo Benfica terminou. Com orgulho, prazer e tendo a certeza de que a minha passagem marcou algumas pessoas. Assim como elas me marcaram a mim. Não posso esquecer que muitas delas trabalharam comigo na formação, entre 2004 e 2008, e fui encontrá-las agora no futebol profissional. Assim como dezenas de jovens jogadores que nesses anos iniciaram o seu processo formativo e hoje são promessas do futebol português: Ivan Cavaleiro, Miguel Rosa, Bruno Varela, João Cancelo, Hélder Costa, Bernardo Silva e muitos outros.

R ? Ficou marcado logo no primeiro dia por ter afastado dois dirigentes do campo de treinos.
AC ? Marcado? Porquê e por quem? Não dei, nunca o fiz e nunca darei importância a esses ?fait divers?. Quem me conhece e quem trabalhou comigo, sabe que levo muito a sério o meu trabalho. Que imponho regras de funcionamento, no que concerne à proteção do grupo e blindagem da estrutura, de que não abdico. Que só frequentam os espaços da equipa quem dela faz parte. Toda a gente sabe que sou uma pessoa educada e respeitadora, que não invade o espaço de ninguém. E por isso exijo o mesmo!

R ? Há quem considere que abusou da sua autoridade.
AC ? Sou frontal e direto sempre que tenho de tomar qualquer posição e digo sempre o que penso, cara a cara, olhos nos olhos. Ao contrário de algumas figuras decorativas, ?papagaios? pequeninos, feios e vulgares, de interesses duvidosos e que vagueiam no universo Benfica de forma sorrateira e interesseira, aproveitando todas as oportunidades para aparecerem na fotografia e na televisão. E que, cobarde e intelectualmente mentirosos, desrespeitaram o meu trabalho e o do meu grupo e de forma maldosa teceram comentários acintosos e de falta de solidariedade institucional.

R ? Quem são os papagaios?
AC ? Todos os que estão atentos ao que se passa no clube, sabem a quem me refiro. O que se pode esperar de indivíduos que deixam o seu presidente sozinho, depois de uma derrota humilhante na final da Taça? O que se pode esperar de indivíduos que, mesmo ao lado do gabinete do presidente, traçam cenários de substituição presidencial para as próximas eleições? E, por favor, gostaria de ficar por aqui!

R ? A esta distância consegue explicar por que é que o Benfica falhou nos momentos decisivos?
AC ? Num processo coletivo, todos perdemos e todos ganhamos. É assim que entendo o trabalho de equipa. Onde todos contribuem com os seus conhecimentos, valências, decisões e responsabilidades para o sucesso. Também por isso, todos somos responsáveis, uns mais do que outros, pelos insucessos do coletivo. Mas não poderei, seria hipócrita da minha parte e iria contra as minhas convicções e ideais, no que entendo serem os interesses do Benfica, e porque dei conhecimento, em relatórios escritos ao presidente, deixar de assumir as principais razões por que falhámos nos momentos decisivos: por erros técnicos do treinador Jorge Jesus!

R ? Que erros técnicos?
AC ? Erros técnicos e de decisão duvidosa em jogos nucleares! Por incorreta e pouco inteligente gestão do plantel no que diz respeito à utilização de jogadores fundamentais em jogos onde poderiam e deveriam ser poupados! Por incorreta e insensível utilização de jogadores em treinos e jogos com alguma debilidade fisiológica. Esta é a verdade nua e crua. É a minha verdade.

R ? E nunca confrontou Jesus com esses erros?
AC ? Sempre que o treinador me pedia a opinião, eu dava-a. É importante que os treinadores tenham consciência de que também erram, e que essa consciência, discutida e analisada internamente, possa ser o caminho para a regeneração e para o êxito no futuro. Até porque as suas constantes más decisões podem pôr em risco investimentos de dezenas de milhões de euros.

R ? No final da época não deu conta aos seus superiores hierárquicos do que estava mal e do que deveria ser mudado?
AC ? Sempre reportei ao presidente. E é assim que terá de ser. Só poderemos ter sucesso com duas ou três pessoas a liderarem as áreas do futebol. A informação e o acesso têm de ser cerceados e limitados. E as decisões têm de ser rápidas e corretamente concretizadas. E sem desvios! Porque sempre assumi o que dizia ou fazia, elaborava frequentes documentos escritos a Luís Filipe Vieira, e nos dois finais de épocas entreguei relatórios com mais de 200 páginas. Analisando a atividade, assumindo erros, fazendo críticas, apresentando soluções e caminhos e, em ambos, pondo o lugar à disposição.

R ? E nesse sentido que indicações deu?
AC ? A análise foi pormenorizada e assentou em bases e princípios definidos no início da época. Todos sabíamos o que fazer. Todos sabíamos o que não podíamos fazer e o que não podíamos repetir no segundo ano. As minhas propostas foram sempre alicerçadas em dados concretos. Mas para haver mudança e evolução, temos todos de as querer. De saber trabalhar em grupo. Respeitando o trabalho e responsabilidades dos outros. Respeitando e aceitando a diferença. Ter a real consciência de que não sabemos tudo e que não controlamos tudo. Ter envergadura moral e intelectual, de forma a termos a admiração dos nossos pares. E ser solidário! E interiorizar, em todos os momentos, de que trabalhamos no Benfica. E que somos escrutinados por isso.

R ? Ficou a ideia de que as suas relações com Jesus foram sempre difíceis e conflituosas. Foi assim?
AC ? Todas as pessoas, na sua génese, têm formação e educação diferentes. E por isso adotam comportamentos e relacionam-se com os outros também de forma diferenciada. Tal como já referi, a minha forma de trabalhar tem como base o envolvimento coletivo, em que cada um desenvolve o seu trabalho o melhor que sabe e pode, assumindo as suas responsabilidades a quem lidera. E foi assim com a minha estrutura e com a estrutura técnica. Todos sabíamos qual a nossa função e em que áreas éramos os responsáveis.

R ? Nunca se meteu onde não devia?
AC ? Eu nunca me intrometi ou me intrometo na área técnica, até porque tenho a vantagem e a sensibilidade de ter sido treinador. Mas também, por isso, nunca admiti ou admito que alguém se intrometa na minha área de responsabilidade e gestão. Quem não entender isto, não tem condições para trabalhar num clube como o Benfica. Com a minha estrutura, tudo funcionou perfeitamente e a qualidade do trabalho desenvolvido é prova disso. Fomos uma equipa!

R ? É verdade que quase chegou a vias de facto com o treinador? Em que circunstâncias?
AC ? Para fazermos vincar a nossa autoridade não é necessário chegarmos a situações de conflito direto. Por isso somos seres racionais e inteligentes. E quando confrontados com seres menos inteligentes e menos racionais, só temos de fazer valer essa grande diferença nos nossos atos e posturas. Além isso, eu era o representante do Benfica e do presidente!
Fonte:Jornal Record
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O próximo miúdo maravilha português

Rony Lopes, jovem avançado do Man. City, é uma das maiores promessas do futebol mundial. Nascido em Belém do Pará emigrou aos 4 anos para Portugal e já disse que gostaria de jogar pela Selecção Nacional. Começou a sua carreira na Associação Desportiva de Poiares, em 2006 transferiu-se para o Benfica e depois para o colosso inglês. Com 18 anos e a cumprir a 3ª época no juniores dos blues de Manchester o médio avançado já se estreou pela equipa principal sendo o mais jovem marcador da história da formação britânica.

Já há poucas dúvidas que, depois de Bruma, Marcos Paulo Mesquita Lopes, é a próxima esperança do futebol nacional. Pode jogar com médio construtor de jogo ou extremo e todos lhe realçam a técnica apurada, a qualidade de passe, óptima visão de jogo periférica, polivalência, finalização letal e uma boa capacidade física. É canhoto.
Neste momento, é um dos melhores marcadores (5 golos) da recém criada Liga dos Campeões de Juniores da UEFA.

Para ver as capacidades deste diamante neste vídeo:



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As grandes noites europeias do Benfica

Apesar de faltarem aqui um série de grandes jogos do SL Benfica fica este interessante artigo do Jornal I com algumas das partidas marcantes do Benfica nas competições europeias e fora do Estádio da Luz.

1961, Rapid Viena
Stocik é derrubado no meio-campo. No chão, o austríaco agride um benfiquista, de nada valendo a intervenção do árbitro, também ele agredido. Quando os portugueses tentam proteger o juiz, generaliza--se a luta dentro de campo. Logo a seguir, começam a saltar para o relvado os espectadores e só a polícia consegue levar o Benfica para as cabinas, onde tem de ficar mais de uma hora à espera que os ânimos acalmem. Ao 3-0 na Luz, o esquisito 1-1 em Viena (golo de Águas). O Benfica passa à sua primeira final europeia.

1968, Juventus
Na meia final da Taça dos Campeões o Benfica visita na 2ª mão a Juventus e vence por 1-0 com golo de Eusébio. Apura-se para a final de Wembley com o Man. United.

1975, Ujpest Dosza 
O Benfica ganha 5-2 na Luz e já se vê nos quartos-de-final da Taça dos Campeões. O problema é que os húngaros do Ujpest Dozsa não estão pelos ajustes e começam a assustar: primeiro aos 2’ (Bene), depois aos 51’ (novamente Bene) e finalmente aos 65’ (Dunai II). A 25 minutos do fim, o Benfica está espantosamente eliminado e joga com dez, por expulsão de Vítor Martins. Num ápice, tudo muda. O anfitrião Zambo também é expulso e equilibra a balança. Só falta o golo, que aparece por Nené aos 73’.

1983, Univ. Craiova
O Benfica de Sven-Goran Eriksson é uma máquina de jogar à bola. Na Taça UEFA 82/83, elimina Betis, Lokeren, Zurique e Roma. Nas meias-finais, depara-se com o Universitatea Craiova. Na Luz, zero-zero. Na Roménia, 1-0 de Balaci aos 16 minutos. A vida está torta e jamais se endireita? Não, isso não, porque aos 53 minutos lá parece o super-Filipovic, autor de seis golos (dois deles no Olímpico de Roma, 2-1) na prova. O 1-1 mantém-se até ao final e o Benfica qualifica-se para a final com o Anderlecht.

1991, Arsenal
Ninguém esquece aquele 6 de Novembro de 1991, quando o Arsenal é eliminado em pleno Highbury. Em jogo um lugar na Liga dos Campeões e o Benfica não elimina uma equipa inglesa há 30 anos (Tottenham). Na Luz, 1-1. Em Londres, a devida rectificação com uma exibição de sonho. Os locais até marcam primeiro (Pates 19’), mas sucumbem à consistência do futebol continental: Isaías 35’, Kulkov 102’, Isaías 107’. No final, 3-1 e o público, extasiado, aplaude o Benfica, prova da evidente superioridade.

1994, Bayer Leverkusen
De Isaías para Isaías. O profeta dá o toque na primeira mão dos quartos-de-final com o golo do empate aos 90’, a impedir a vitória do Bayer na Luz. Duas semanas depois, já em Leverkusen, os alemães chegam à vantagem (Kirsten 24’) e ampliam-na (Schuster 57’). Num abrir e fechar de olhos, empate benfiquista por Abel Xavier (58’) e JVP(59’). Kulkov dá a volta aos 77’ mas o Bayer responde à letra por Kirsten (80’) e Hapal (81’). O 4-4 chega aos 85’, por Kulkov, e oBenfica avança para as meias da Taça das Taças.

1999, Dínamo Bucareste 
Na última época do capitão JVP, o Benfica contrata Jupp Heynckes (campeão europeu-98 pelo Real Madrid) e o início é deveras prometedor, com seis vitórias e dois empates em oito jogos do campeonato mais uma histórica reviravolta na 1.ª eliminatória da Taça UEFA frente ao Dínamo Bucareste. Na Luz, um golo de Nastase arrefece os ânimos. A vingança servir-se-ia fria em Bucareste, através de Maniche (25’) e Chano (72’), um dos reforços pedidos por Jupp, a par de Enke e Tote.

2006, Liverpool
Ponto prévio: o Benfica chega aos oitavos-de-final da Liga dos Campeões com o Liverpool depois de eliminar o Manchester United de Ronaldo na Luz com uma reviravolta de Geovanni e Beto (2-1). Ponto posterior ao ponto prévio: o sorteio junta o Benfica ao Liverpool, detentor do troféu. Na Luz, 1-0 de Luisão aos 84’. Vem aí o ambiente escaldante de Anfield, e agora? No pasa nada. A equipa de Koeman resolve dar espectáculo com golos de Simão (36’) e Miccoli (89’). Histórico pois o SLB torna-se a 1ª equipa portuguesa a eliminar um campeão europeu em título.

2010, Marselha
A primeira época de Jesus garante-lhe o campeonato nacional e ainda a Taça da Liga. Na Liga Europa, a aventura tem muitos mais altos que baixos e pára nos quartos-de-final, em Anfield (well well, so we meet again...). Antes, nos oitavos, elimina-se o Marselha com uma grande pinta no Velódrome. Após o 1-1 na Luz (golo de Ben Arfa aos 90’), o Benfica enche-se de brio: o 1-0 de Niang aos 71’ funciona como toque a reunir e logo aparecem os golos de Maxi (75’) e Kardec (90’).

2013, Anderlecht
Dez visitas portuguesas a Bruxelas e nem uma vitória – apenas dois empates (Benfica-94 e V. Guimarães-96). À 11.ª é de vez. Mbemba bate Artur, 1-0. Competente, o Benfica dá a volta por Matic e Gaitán-a-meias-com-Mbemba. Aos 77’, dois-dois de Bruno ao mesmo tempo do 1-1 do Olympiacos em Paris. Com isto, o Benfica está afastado da Champions. Venha de lá então o 3-2 de Rodrigo e ainda o 2-1 de Cavani (PSG). O Benfica sorri e sonha com o 2º lugar do grupo.
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Agenda: testes aos líderes

Voltam os campeonatos europeus neste fim de semana com testes duros a vários dos comandantes:

Sábado:
B. Munique - Braunschweig (14h30)
B. Leverkusen - Nuremberga (14h30)
Mainz - B. Dortmund (14h30)
Cardiff - Arsenal (15h) Benfica TV
Elche - A. Madrid (15h)
Mónaco - Rennes (16h)
Real Madrid - Valladolid (19h)
Académica - FC Porto (20h15)

Domingo:
Catania - AC Milan (11h30)
Tottenham - Man .United (12h) Benfica TV
Feyenoord - PSV (13h30)
Atalanta - Roma (14h)
Inter - Sampdoria (14h)
Hull - Liverpool (14h05)
Benfica B - FC Porto B (15h) Benfica TV
Man. City - Swansea (16h10)
Chelsea - Southampton (16h10)
Juventus - Udinese (17h30)
Rio Ave - Benfica (17h45)
Sporting - P. Ferreira (19h45)
A. Bilbao - Barcelona (20h)
PSG - Lyon (20h)

Segunda-Feira:
Lazio - Nápoles (20h)


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Escândalo de jogos viciados em Inglaterra

Rebentou o maior escândalo dos últimos tempos relacionado com corrupção no futebol em Inglaterra. A polícia britânica deteve 6 pessoas e acusou duas delas, por envolvimento numa rede de manipulação de resultados de jogos de futebol, com vista a ganhar dinheiro em apostas.

Chann Sankaran, 33 anos, natural de Singapura, e Krishna Sanjey Ganeshan, 43 anos, com dupla nacionalidade (Reino Unido e Singapura), foram acusados de fraude. Presumivelmente, os dois homens integram um esquema para manipular o resultado de jogos de futebol. 
O caso foi revelado pelo jornal Telegraph, que, numa investigação com jornalistas infiltrados, gravou declarações de um homem de Singapura a dizer quanto custa manipular um jogo.

“Em Inglaterra, o custo é elevado. Normalmente, é preciso pagar 83 mil euros aos jogadores”, disse o homem, afirmando, por outro lado, que um jogo das divisões secundárias de Inglaterra pode ser manipulado por 60 mil euros.
O mesmo homem disse que conhecia vários árbitros na Europa e que conseguia corrompê-los por 24 mil euros.
Num encontro com os jornalistas do Telegraph, a mesma pessoa previu o resultado de um jogo que iria ocorrer no dia seguinte, alegando que estava em “contacto” com os jogadores.

A investigação do Telegraph revela também um pouco do modus operandi destas redes de manipulação de resultados, que operam a partir da Ásia – onde é possível fazer apostas abertas, como quantos golos são marcados durante a 1ª parte.

O homem explicou, por exemplo, que muitas vezes os jogadores corrompidos vêem um cartão amarelo nos primeiros dez minutos, como forma de sinalizar que a manipulação do resultado vai mesmo ocorrer.

Sócio de Wilson Raj Perumal – um empresário de Singapura, acusado e condenado por manipulação de resultados – o homem foi detido pela National Crime Agency, um departamento recentemente criado e que é conhecido como o FBI britânico. Entre os detidos estarão também pelo menos três jogadores de futebol, mas nenhum dos principais campeonatos. O ex-futebolista Delroy Facey, agora empresário, será outro dos envolvidos.

Apesar de não envolver agentes das primeiras divisões da Inglaterra, este caso é significativo, porque é a primeira vez que em Inglaterra se conseguem provas de um caso de manipulação de resultados.

Fonte: publico.pt
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O invencível Bayern Munique

O triunfo do Bayern Munique por 3-1 no terreno do CSKA Moscovo estabeleceu novo recorde de 10 triunfos seguidos na Liga dos Campeões.

O Barcelona tinha estabelecido o máximo anterior de 9 vitórias seguidas na época de 2002/03, mas o Bayern conseguiu ainda melhor numa série que abrangeu duas épocas e em que a equipa teve dois treinadores. Tudo começou com o triunfo sobre a Juventus na primeira mão dos 4os final da época passada, quando a formação de Jupp Heynckes averbou 5 vitórias consecutivas a caminho da conquista do troféu em Wembley, em Maio. O sucessor de Heynckes, Pep Guardiola, conseguiu mais 5 vitórias no Grupo D e ajudou o clube a entrar para a história.

"Estou muito orgulhoso, especialmente porque conseguimos estas vitórias de forma dominadora", acrescentou o técnico do Bayern. "Conseguir 10 vitórias consecutivas na Europa é algo muito especial. Hoje não tivemos um jogo fácil, mas a equipa mostrou enorme personalidade. Não há desculpas num clube como o Bayern, temos a obrigação de jogar sempre bem (...) O mérito desta proeza pertence por completo a Jupp Heynckes"

Ao longo dos 10 triunfos que se seguiram à derrota por 2-0 na recepção ao Arsenal, em Março, o campeão da Alemanha marcou 28 golos e sofreu apenas três.

A sequência completa de vitórias do Bayern é a seguinte:
2-0, em casa frente à Juventus
2-0, fora frente à Juventus
4-0, em casa frente ao FC Barcelona
3-0, fora frente ao FC Barcelona
2-1, em campo neutro frente ao Borussia Dortmund
3-0, em casa frente ao CSKA Moskva
3-1, fora frente ao Manchester City
5-0, em casa frente ao Viktoria Plzen
1-0, fora frente ao Viktoria Plzen
3-1, fora frente ao CSKA Moskva
Três séries vitoriosas mais longas
FC Bayern Munique 10 (02/04/2013 – 27/11/2013)
FC Barcelona* 9 (18/09/2002 – 18/02/2003)
Borussia Dortmund 8 (04/12/1996 – 01/10/1997)

* O Barcelona venceu 11 jogos europeus consecutivos na época de 2002/03. A sequência começou no encontro da terceira pré-eliminatória frente ao Legia Warszawa e continuou na fase de grupos. A série vitoriosa terminou quando os catalães empataram 0-0 em casa do FC Internazionale Milano na segunda fase de grupos.
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Rodrigol

Voltou o jovem avançado que tantas saudades deixou desde aquela entrada brutal de Bruno Alves. Ontem deu 3 pontos ao Benfica, a 1ª vitória em Bruxelas onde tantos portugueses vivem, o respeito por essa Europa fora e uns quantos milhares de €. Força Rodrigo!


Foto: Isabel Cutileiro
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Anderlecht 2-3 Benfica: glorioso SLB

O Benfica venceu em Bruxelas o Anderlecht por 3-2 e está na corrida por um lugar nos oitavos de final da Liga dos Campeões. Um jogo muito intenso com as duas equipas claramente interessadas apenas na vitória, que sorriu ao Benfica no final do jogo numa bela jogada de contra ataque finalizada por Rodrigo. Já estava a dever uma bola destas o avançado espanhol.

Jorge Jesus fez algumas alterações no onze inicial com alguns jogadores a aparecerem em posições que não costumam jogar. Não gostei muito de o ver teimar em mexer na dupla de meio campo. Neste momento, Enzo e Matic formam o melhor meio campo a jogar em Portugal e colocar o argentino na ala direita é um desperdício. Para além disso, Markovic está em claro mau momento de forma e não se pode construir a dinâmica ofensiva à volta do jovem sérvio. O resultado foi que Enzo Pérez teve de sair das amarras do flanco e começar a andar por todo o campo a construir jogadas para o SLB tomar conta do desafio.
Por outro lado, gostei de ver que a entrada de Maxi Pereira na equipa foi acompanhada da indicação do técnico para o defesa jogar muito mais posicional e sem loucuras ofensivas.

Começou mal o jogo pois, quando as equipas ainda se estavam a estudar, os encarnados voltaram a defender mal um canto e na 2ª vaga dos belgas a bola chegou a Mbemba que bateu Artur (18'). Foi então altura de Enzo pegar no jogo e num livre do argentino Matic empatou o marcador fazendo o seu 1º golo da carreira na Champions.

A 2ª parte começou logo com o 2-1 para o Benfica: grande jogada de Gaitán, assistência de Enzo e Nico a dar as voltas a defesa belga que acabou por fazer um auto golo.
Estava feito o mais difícil mas o Benfica não soube dar o golpe final no adversário e numa jogada algo consentida pela defesa encarnada Bruno rematou cruzado para fazer o 2-2 (77').

Mas estava então guardado o melhor para o final pois aos 89 minutos, quando os belgas estavam no desespero à procura do golo, Maxi aliviou da área dos portugueses e Lima ganhou nas alturas para isolar Sulejmani que fez um passe de morte para Rodrigo não perdoar no cara a cara com o GR adversário.

Primeira vitória da história do Benfica em Bruxelas, sendo que agora os encarnados dependem do clube belga para seguir em frente na Liga dos Campeões. Na última jornada o Anderlecht vai a casa do Olympiakos e se perder o SLB está eliminado.

Homem do jogo: Enzo Pérez, já falei de como o argentino pegou no jogo do SLB e das suas 2 assistências para golo.
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Lenços brancos no Dragão

Vai complicada a vida de Paulo Fonseca e do FC Porto que apenas conseguiu 2 vitórias nos últimos 7 jogos. Foram muitos os lenços brancos no final do empate em casa com o modesto A. de Viena.


Evidências que até não são escondidas pelos mais azuis e brancos



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Noite de surpresas na Champions

Uma noite de campeões com muitas surpresas e com as equipas favoritas a vacilar. Só o Arsenal deu hoje um passo importante rumo aos 8os. Haverá então muitas emoções fortes na última jornada, já sabendo que para A. Viena, Celtic, S. Bucareste e Marselha serão sempre últimos nos seus grupos e saem da UEFA.

Uma das decepções foi mesmo no Estádio do Dragão com a equipa de Paulo Fonseca a não conseguir vencer o Áustria de Viena e a não ultrapassar o Zenit no 2º lugar. Foi mais um jogo muito parecido ao que tem sido este FCP 2013/14 com muitos remates mas pouco perigo. Neste caso foram 22 contra 3 dos visitantes mas no final o marcador assinalou 1-1. Nos últimos 7 jogos apenas 2 vitórias para os azuis e brancos.
Campanha ridícula do FC Porto em casa nesta fase de grupos. O cabeça de série do grupo G sofreu 2 derrotas e 1 empate no seu próprio terreno.


No outro jogo do grupo Zenit e A. Madrid empataram na Rússia a uma bola.
1.
 Atletico Madrid




13
2.
 Zenit Petersburg




6
3.
 FC Porto




5
4.
 Austria Wien




2

A quem também não correu bem a noite foi ao Barcelona de Martino que sofreu a 1ª derrota da época, resultado de uma 1ª parte muito fraca. O autor desta proeza foi o Ajax que com a vitória por 2-1 não deixou fugir o AC Milan na luta pela fase seguinte. Os italianos eliminaram o Celtic na Escócia com a vitória por 3-0.
1.
 Barcelona




10
2.
 AC Milan




8
3.
 Ajax




7
4.
 Celtic




3

Também o Chelsea de Mourinho continua muito irregular e foi à Suiça perder por 1-0 com o golo a acontecer mesmo no fim da partida numa jogada de contra ataque de Mohamed Salah. Os outros dois clubes deste grupo empataram a 0.
1.
 Chelsea




9
2.
 Basel




8
3.
 Schalke 04




7
4.
 Steaua Bucuresti




3

Finalmente no grupo da morte Dortmund e Arsenal venceram as suas partidas mas ainda tudo pode acontecer nos dois lugares de acesso aos 8os. Destaque para os dois golos de Wilshere na vitória da equipa de Londres sobre o Marselha.
1.
 Arsenal




12
2.
 Borussia Dortmund




9
3.
 SSC Napoli




9
4.
 Marseille




0
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