Campeonato ao rubro!

Como benfiquista não tenho problema nenhum em admitir que o meu primeiro pensamento depois do empate do Sporting em Guimarães foi: já não são campeões na próxima semana com o Benfica em campo. Agora vai haver luta até ao fim!


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Tonel, "sem comentários"

É daquelas situações inacreditáveis que é melhor não fazer muitos comentários pois poderá parecer que estou a dizer coisas que não quero... Mas depois do que fez em Alvalade este auto-golo de Tonel a favor do FC Porto é de deixar qualquer benfiquista com um pé atrás.


O penalty que deu a vitória do Sporting sobre o Belenenses já tinha sido das coisas mais estranhas que vi no futebol. O que dizer ontem do auto-golo que beneficiou o FC Porto?!?! Estava sozinho e o gesto técnico é perfeito... Se fosse um avançado está claro...


Se o Benfica não ficar à frente dos rivais, Tonel, vai ser dos jogadores mais decisivos do campeonato.
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A nova coqueluche do futebol mundial

Marcus Rashford!!!!! O puto maravilha do Manchester United, 18 anos, está a ter uma semana de verdadeiro sonho! Pense bem, um miúdo de 18 anos, lembro-me lá do que andava a fazer com 18 anos! Este aparece do nada e marca 4 golos com a mágica camisola do United em 2 jogos! São 3 dias apenas. Fantástico! Na 5ª feira tinha marcado 2 golos e hoje, frente ao poderoso Arsenal, marcou mais 2 e ainda só estamos na 1ª parte. 2 golos em 3 minutos na primeira parte do jogo que marca a sua estreia na Premier League!


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Não se espera muito do novo Presidente da FIFA

As mudanças num dos organismos mais corruptos do nosso Planeta, a FIFA, só serão atingidos com tempo, paciência e a partir do interior... Espero que seja essa a grande ideologia do novo Presidente da FIFA, Gianni Infantino. O suiço-italiano, advogado de 45 anos, ex-secretário geral da UEFA, foi ontem eleito por larga maioria no congresso extraordinário da Federação que tutela o desporto rei. Casado, pai de quatro filhos, é muitas vezes mencionada uma frase sua em que procurou sintetizar o espírito do desporto-rei: “Futebol é paixão, emoção, tolerância, respeito… o futebol é magia!”

Teremos que esperar para ver mas para já, tende em conta toda a campanha de Infantino, não se auguram as mudanças necessárias na FIFA. A verdade é que nenhum dos candidatos se apresentava como a face da mudança de paradigma e a vitória de Infantino, apesar do discurso do vencedor, não foi celebrada com grande optimismo pela maior parte da crítica do planeta futebol. 
O FIFPro, sindicato mundial dos futebolistas profissionais, pediu reformas mais radicais e acusou o novo presidente da FIFA de fazer parte “de uma estrutura e de uma cultura de liderança abertas a práticas corruptas.”

“Infantino, um verdadeiro poliglota, foi depressivamente hábil ao dirigir-se aos votantes na língua que eles entendem: prometendo-lhes mais dinheiro para as suas federações, para o desenvolvimento, até mesmo um milhão de dólares por ano para despesas com deslocações”, escreveu David Conn no diário britânico The Guardian. Aconselho a leitura deste artigo para se entender melhor que Infantino prometeu mais dinheiro e não reformas (AQUI).

No seu manifesto de candidatura, o novo presidente da FIFA também anunciava um aumento “muito significativo do Programa de Assistência Financeira”, traduzido num mínimo de cinco milhões por federação e 40 milhões por confederação, ao longo de quatro anos, para investimento no desenvolvimento do futebol. “A FIFA tem reservas de 1500 milhões, o errado seria não investir esse dinheiro nas federações”, defendeu-se Infantino. Do seu programa também consta a pouco consensual proposta de alargar o Campeonato do Mundo das 32 equipas actuais para 40.

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Fim de semana fantástico

Vai ser um fim de semana em grande para os fãs do desporto rei! Ainda por cima com a meteorologia a aconselhar o sofá são vários os jogos que não vai querer perder.

Em Portugal jornada importante pelas deslocações complicadas para Sporting e FC Porto e por ser ronda que antecede o jogo do título. Sporting em Guimarães e FC Porto no Restelo não vão ter partidas fáceis na ressaca da dupla eliminação europeia.

Este é um daqueles fins de semana em que o problema não é a falta de jogos apaixonantes nos campeonatos estrangeiros: é a irritante mania de os seus horários coincidirem. Assim, os pontos altos de sábado – com destaque natural para o dérbi de Madrid – são praticamente em horas sobrepostas, o que o vai obrigar a dois tipos de ginástica: o zapping intensivo, tentando seguir três jogos em simultâneo, ou blackout informativo, para ver um jogo em direto e os outros em gravação, sem saber o resultado. Nada fácil…

Domingo, apesar de tudo, há mais margem para gerir as coisas: o Man. United-Arsenal obriga-o a almoçar cedo, mas de resto dá para ir gerindo a tarde, até ter de optar entre o Barça-Sevilha e o Juventus-Inter. Confira o programa.

Sábado, 14.30: Wolfsburgo-Bayern (SportTV 3)
As duas equipas alemãs ainda em prova na Liga dos Campeões – e com boas perspetivas de passagem aos quartos de final – estão com andamentos bem distintos na frente doméstica: o Bayern segue em contagem decrescente para o título, com apenas uma derrota em 22 jornadas. Já o Wolfsburgo, de Vierinha, está a fazer um campeonato dececionante, a quatro pontos do último lugar de acesso à Champions. Na primeira volta, o Bayern esmagou (5-1). O favoritismo dos líderes é claro, apesar de algumas baixas importantes na defesa. Falta confirmá-lo em campo.


15h: Real Madrid-At. Madrid (SportTV 2)

Os empates do último fim de semana deixaram o Barcelona ainda mais desafogado na liderança e as equipas de Madrid entre a espada e a parede na corrida ao título. Se o dérbi já era garantia de intensidade máxima, a classificação da Liga transforma-o numa autêntica final: quem perder fica fora das contas, e o empate até pode significar derrota para os dois. Se a supremacia dos merengues é um dado histórico, a verdade é que na era Simeone as coisas mudaram: nos últimos 15 dérbis, o Atlético ganhou seis e perdeu quatro. Com Zidane, o Real ainda não perdeu pontos em casa. Como será perante a melhor defesa de Espanha e uma das melhores da Europa?


15h: Leicester-Norwich (BTV 2)
Começou por ser uma novidade refrescante. Depois, ganhou estatuto de sonho. Agora, decorridos dois terços do campeonato e a maior parte dos embates com os grandes, acabaram-se as dúvidas: a liderança do Leicester e a sua candidatura ao título inglês são mesmo para levar a sério. A derrota com o Arsenal, na última jornada, encurtou para dois pontos a margem dos homens de Ranieri sobre os perseguidores mais próximos – precisamente Arsenal e Tottenham, mas o calendário das próximas jornadas é-lhes favorável. Em condições normais, o Norwich, que luta pela permanência, não seria obstáculo para Vardy, Mahrez e companhia. Mas a pressão pode complicar as coisas à entrada da reta final.


Domingo, 14.05: Manchester United-Arsenal (BTV 2)
A vitória sobre o Leicester relançou as ambições do Arsenal na conquista do título, com a diferença de dois pontos a parecer francamente acessível nesta altura. Mas a visita a Old Trafford surge na pior altura, depois do corretivo aplicado pelo Barcelona na Liga dos Campeões, e a duas semanas do dérbi de Londres com o Tottenham. Por outras palavras: não há margem de erro para osgunners. Mas há ainda menos para os homens de Van Gaal que, mesmo dizimados pelas lesões, precisam da vitória para se manterem na luta por um lugar nos quatro da frente – isto é, por uma vaga na próxima Champions.

16.30: Liverpool-Man. City (SportTV 1)
Este é um autêntico Supersunday no futebol inglês, e o último episódio está marcado para Wembley, onde duas equipas a viverem temporadas dececionantes na Liga vão tentar dar uma alegria aos seus adeptos. A final da Taça da Liga pode dar a Jürgen Klopp o primeiro troféu em Inglaterra, mas do outro lado está um Manchester City que dispõe, claramente, de melhores individualidades – e está moralizado pelo mais que provável apuramento inédito para os quartos de final da Champions. Os de azul partem como favoritos, mas os reds contam com a mística e o fator Klopp. É mesmo para não tirar os olhos do ecrã.

19.30: Barcelona-Sevilha (SportTV 2)
Com uma sequência de oito jornadas a ganhar e a concorrência mais próxima a oito e nove pontos, respetivamente, o Barcelona parece ter embalado definitivamente para o título. A facilidade com que superou o teste londrino, a meio da semana, com Messi a ser Messi, promete vida difícil aos próximos adversários que se cruzarem com o trio MSN. É verdade que o Sevilha já venceu os culés na primeira volta – a 3 de outubro, última derrota dos catalães em provas oficiais. Mas nestes cinco meses tanta coisa mudou, que se torna difícil imaginar como Carriço, Beto e companhia podem forçar outro desfecho que não a vitória do Barça.

19.45: Juventus-Inter (BTV 2)
A vecchia signora deu de avanço, mas ao fim de 15 jornadas seguidas a ganhar lá recuperou o seu posto habitual nos últimos anos: o primeiro. Mesmo o fim da série, com o empate na semana passada, não comprometeu a liderança, já que o Nápoles acusou a pressão. Neste domingo, em caso de vitória os homens de Allegri podem dar a sapatada definitiva na corrida ao scudetto, tanto mais que o Nápoles tem, na segunda-feira, uma saída extremamente difícil a casa da Fiorentina, de Paulo Sousa. Mas do outro lado está um Inter que ainda sonha com a ida à Liga dos Campeões – e o sonho cai por terra se perder em Turim.

Se este menu não for suficiente, eis os restantes diretos das Ligas lá de fora para seguir no fim de semana:

Sexta-feira
19.30: Colónia-Hertha (SportTV 2)
19.30: Nice-Bastia (BTV2)
22.15: Newells-Unión (SportTV 2)

Sábado:
12.45: West Ham-Sunderland (BTV 2)
17 h: Empoli-Roma (BTV 2)
17.15: Getafe-Celta (SportTV 2)
18.45: PSV-Den Haag (SportTV 3)
19.30: Bétis-Rayo Vallecano (SportTV 2)
19.45: Milan-Torino (BTV 2)
21.05: Real Sociedad-Málaga (SportTV 3)
22.30: Ponte Preta-São Paulo (SportTV 2)

Domingo:
11 h: Villarreal-Levante (SportTV 2)
11.30: Palermo-Bolonha (BTV 2)
13.30: Genk-Brugge (SportTV 1)
14.30: Augsburgo-B. Moenchengladbach (SportTV 3)
15 h: Valencia-Ath. Bilbao (SportTV 2)
16.30: B. Dortmund-Hoffenheim (SportTV 3)
17.15: Deportivo-Granada (SportTV 2)
18.30: E. Frankfurt-Schalke 04 (SportTV 3)
22.15: Racing-Boca Juniors (SportTV 5)
22.30: Red Bull-Santos (SportTV 2)

Fonte: maisfutebol.iol.pt
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FIFA decide hoje o seu futuro

Mais um sinal de mudança no futebol que vos trago esta manhã. Estão marcadas para hoje as eleições na FIFA para escolher o próximo Presidente do organismo máximo do planeta futebol. Ao ler sobre o assunto a ideia que mais me marcou foi que esta Federação com mais de 110 anos de história vai eleger hoje o seu 9º Presidente. É pouco, é mau sinal democrático.

O Congresso Extraordinário da entidade que tutela o futebol mundial tem lugar em Zurique, ao longo de grande parte do dia. A FIFA dá assim por encerrado o "reinado" de 18 anos de liderança do polémico Joseph Blatter.
No meio de um período de autêntica ebulição, motivado pelas acusações de corrupção que pendem sobre o suíço, que se demitiu na sequência de um escândalo que envolveu vários elementos do organismo que tutela o futebol mundial, 5 nomes propõem-se alterar o paradigma de suspeição.
Gianni Infantino, secretário-geral da UEFA, o Sheikh Salman bin Ibrahim al-Khalifa, presidente da Confederação Asiática de Futebol e "vice" da FIFA, o príncipe Ali Bin Al Hussein, presidente da Federação de Futebol da Jordânia e antigo vice-presidente da FIFA, Jerôme Champagne, consultor de Sepp Blatter durante 11 anos e Tokyo Sexwale, ex-dirigente da FIFA são os candidatos que hoje vão a votos.


Como funciona o acto eleitoral?
De forma sucinta: são 207 os membros elegíveis para participar nas eleições, num sufrágio que poderá ter até um máximo de 3 rondas. E isto porque só o candidato que reunir 2/3 dos votos poderá ser eleito. Ora, tal cenário é altamente improvável de se concretizar logo no primeiro "round", pela dimensão do grupo de candidatos e pela previsível diluição dos votos iniciais.
Nas 2ª e 3ª rondas, uma maioria simples elegerá o vencedor. Em caso de ser necessária uma terceira e derradeira ronda, o(s) candidato(s) que reunir(em) menos votos na segunda ronda são automaticamente eliminados.
O evento, que terá lugar no centro de congressos Hallenstadion, em Zurique, arrancou às 8h30, mas a votação não se inicia de imediato. Antes, haverá lugar a formalidades de recepção dos membros da FIFA e dos candidatos, bem como várias reuniões preparatórias e um encontro do Comité Executivo para aprovação de propostas de reformas na FIFA.
Em bom rigor, é preciso perceber que a primeira ronda de votos começará por volta das 13h30, salvo qualquer atraso que é sempre habitual neste tipo de ocasiões. Por isso, só após o meio da tarde é que deverá haver novidades.
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Decisão para o bem do futebol português

Vítor Pereira, actual Presidente do Conselho de Arbitragem da FPF, não se vai recandidatar ao posto de maior importância para a arbitragem nacional. Uma decisão com a qual concordo pois já não havia condições para a continuação do ex-árbitro internacional que teve um mandato de enorme desgaste e algumas decisões polémicas.


“Ao fim destes 10 anos, que se sucederam a uma carreira de 23 como árbitro – que incluiu a presença nos Campeonatos do Mundo de 1998 e 2002, no Campeonato da Europa de 2000, na final da Taça UEFA de 2001-02 e na Supertaça Europeia de 2001 – termino agora um ciclo no dirigismo nacional, pelo que não me recandidatarei nas próximas eleições na FPF”, afirmou Vítor Pereira, em comunicado, no qual assume o apoio a Fernando Gomes no acto eleitoral marcado para 4 de Junho.
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Atenção Benfica!!!

Soubemos ontem as datas para a eleição dos novos órgãos sociais da Federação Portuguesa de Futebol (4 de Junho). É um momento chave e decisivo para os próximos anos do futebol português. Roubo um post do shadows do Geração Benfica (AQUI) que explica melhor do que eu saberia o que está em jogo!

«As eleições para a FPF são essenciais para o equilíbrio de poderes para os próximos anos.

Bastou ser anunciada a data das eleições para, por exemplo, Pedro Proença sair do silêncio e vir tomar uma posição contra a acção dos Super Dragões no restaurante em Fafe.
Algo impensável tendo em conta o abraço amigo dado por Proença ao Madureira numa acção de árbitros jovens.
Algo muito surpreendente tendo em conta o silêncio face à guerra de palavras que tem incendiado o futebol português esta temporada.

Também Fernando Gomes não perdeu tempo e lançou para a imprensa a notícia de que se vai recandidatar à presidência da FPF. Este anúncio não surpreende pois os apoios que teria para a UEFA esfumaram-se desde que o seu principal mentor, Platini, caiu em desgraça junto do mundo do futebol.
Por isso, não resta outra opção a Fernando Gomes que tentar manter o poleiro da FPF com o mesmo registo.

Um registo de fuga aos temas fracturantes, às decisões que colidam com os interesses a norte, e com uma liderança fraca, quase inexistente e em que todos sabem que Fernando Gomes não manda mas sim obedece. Para isso é que tem como seu braço direito o rapaz conhecido como “Cachecol do Porto”. (Têm um exemplo relatado hoje no "Artista do Dia".)

Perante este cenário, as perspectivas para as eleições da FPF são muito desanimadoras. Quer Pedro Proença quer Fernando Gomes são instrumentos nas mãos de outros.

Fernando Gomes foi parte integrante do núcleo duro de Pinto da Costa no período abrangido pelo Apito Dourado, aparecendo inclusive nas escutas a fornecer bilhetes para que o empresário António Araújo levasse a “fruta” ao estádio. 

Pedro Proença deu um contributo importante para que, pelo menos, 2 títulos de campeão fossem entregues ao FCP. Um na época de Quique Flores com o penalty inventado sobre Lisandro, outro numa das temporadas de JJ com o golo de Maicon.

Num cenário em que tivéssemos um presidente do Sport Lisboa e Benfica realmente benfiquista de coração, independente, corajoso e interessado em fazer do futebol português um sítio melhor, estas eleições seriam as ideias para romper com um dirigismo alinhado a norte e que tudo tem feito para não romper com o passado recente do Apito Dourado.

Como não é o caso, veremos provavelmente o Benfica apoiar um nome do sistema, talvez mesmo renovando o apoio a Fernando Gomes.»
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Estou rendido a este FC Barcelona

Mais uma passagem assustadora do Barcelona por um jogo grande da Liga dos Campeões!
É verdade que este Arsenal de Wenger já não é o mesmo de outros tempos mas a conclusão que aqui quero tirar é que para este Barcelona não importa que adversário está pela frente ou que estádio visitam. A ideia é sempre a mesma, a qualidade é fantástica e os resultados quase sempre são gloriosos. 
É a formação da história do futebol que menos deixa ao acaso todas as contrariedades e vicissitudes que podem contrariar um jogo e uma equipa. Eles estão sobre controlo, sabem bem o que fazem e sai quase sempre bem.


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Vamos falar de arbitragem

Não, não é penalty sobre Jonas no lance que deu o 1-2 para o Benfica.

Sim, há falta sobre André Almeida no lance do 1-1 para o Paços de Ferreira.

Não, não há falta sobre Maxi Pereira no lance chave do jogo dos dragões com o Moreirense.

Agora cada um tire as suas conclusões...

Só acho curioso que ninguém fala do lance do André Almeida e de como nasceu o golo do Paços de Ferreira. Agora, sobre uma jogada em que qualquer pessoa vendo o lance da posição do árbitro marcaria falta, tal e qual como o lance do Maxi, já existe toda um teoria de conspiração... É o berreiro do costume.


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Uma das ideias fortes de Rui Vitória

O Benfica de Rui Vitória conseguiu na última terça feira uma importante vitória sobre o Zenit na 1ª mão dos 8os de final da Liga dos Campeões. Tinha escrito antes da partida que esperava algumas mudanças face à equipa que perdeu com o FC Porto em pleno Estádio da Luz. Principalmente o meio campo não tinha estado à altura... Mas como tinha acontecido depois da derrota do SLB no Dragão, em que Rui Vitória fez questão de lançar o mesmo 11 no jogo seguinte com o Paços Ferreira também no jogo seguinte a uma derrota devastadora Rui Vitória colocou em campo os mesmo 11 jogadores.

Parece ser uma das ideias fortes deste treinador para dar a volta aos momentos maus e revitalizar a confiança do plantel: colocar a mesma equipa depois de uma derrota para os jogadores e o grupo de trabalho sentirem que têm a confiança do treinador e que não é por um jogo mau que vão para o banco. É o contrário do que normalmente se diz: em equipa que perde não se mexe.

Prova disto são as declarações do técnico depois da vitória sobre o Paços: "tínhamos de mostrar que esta equipa era capaz de ganhar no Dragão, para mostrar o caminho que estamos a fazer e para a procura de estabilidade..."

Das duas vezes os jogos acabaram com uma vitória o que não deixa de dar razão a Rui Vitória.


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Noite de Champions

Hora de partir para o Estádio da Luz para a 1ª mão dos oitavos de final da Liga dos Campeões entre Benfica e Zenit S. Petersburgo. Normalmente não sou grande fã de atribuir mais importância às competições europeias do que ao Campeonato Nacional mas esta eliminatória é diferente...

São 3 as minhas razões:
  1. A Champions deste ano está esquisita. Claro que Barcelona, Real Madrid e Bayern Munique são de outro planeta mas há algumas equipas que normalmente não marcam presença nesta fase e o sorteio dos oitavos juntou algumas destas formações menos cotadas em confronto directo. Ou seja, passando o Zenit e com alguma sorte no sorteio dos quartos até se pode sonhar com uma presença nas meias finais.
  2. Qualquer retorno de André Villas Boas e de Hulk ao Inferno da Luz é sempre uma oportunidade para ajustar velhas contas.
  3. Esta equipa encarnada levou um soco forte na última sexta feira com o FCP. Precisa de mostrar a si própria que tem forças para disputar os grandes jogos.
Pena o Benfica estar sem grandes soluções para a zona central da defesa... Espero também que Rui Vitória não volte a apostar no meio campo apenas com Samaris e Renato Sanches.
Do outro lado, chega um Zenit que não joga uma partida oficial deste princípios de Dezembro e que tem 5 jogadores importantes impedidos de jogar devido a castigo.


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Um peso clássico

A vitória do FC Porto na Luz, na passada sexta-feira, veio reabrir uma luta pelo título a três. E passou a fazer, também, com que o Benfica, e Rui Vitória, estejam agora obrigados a desafiar a História na corrida ao tricampeonato. Até à data, em 81 edições do campeonato, nunca houve um campeão que tivesse perdido três clássicos para a Liga com os rivais históricos, como já é o caso deste Benfica. 
 
O campeonato entre os três grandes decide o campeão?
Não necessariamente, mas ajuda muito. Até agora, quatro em cada cinco títulos (79% do total) foram ganhos pela equipa que somou mais pontos nos clássicos, considerando todos os jogos entre Benfica, FC Porto e Sporting. E nos anos em que Belenenses e Boavista foram campeões (1946 e 2001, respetivamente), essas equipas também levaram vantagem nos confrontos com os três históricos.
 
Qual foi o pior registo de um campeão no confronto direto com os rivais?
Como já foi dito, nenhum campeão até agora perdeu três clássicos. O máximo é de duas derrotas e sucedeu por nove vezes: cinco com o Sporting (1948, 1949, 1958, 1974 e 2000), duas com o Benfica (1957 e 2005) e duas com o FC Porto (1998 e 2006). Mas, curiosamente, já aconteceu por duas vezes uma equipa ser campeã sem ganhar qualquer clássico. Foi o Benfica a consegui-lo, na década de 60: em 1963/64, com Lajos Czeizler, e em 1968/69, com Otto Glória, somou três empates e uma derrota nos confrontos com os rivais e mesmo assim festejou o título. Nesse último ano teve ainda a particularidade de cumprir o ciclo dos clássicos sem marcar qualquer golo: três empates a zero e uma derrota por 1-0 com o FC Porto.
 
Qual foi a última vez em que um campeão não foi o melhor no ciclo dos clássicos?
Já lá vão dez anos: foi o FC Porto, de Co Adriaanse, que em 2005/06 perdeu os dois jogos com o Benfica, venceu um e empatou outro com o Sporting. Os leões foram os melhores no campeonato a três dessa Liga (duas vitórias, um empate e uma derrota) mas ficaram-se pelo segundo posto. Daí para cá, o campeão de cada temporada tem saído sempre por cima no minicampeonato dos três grandes.
 
E já aconteceu um campeão ganhar os seus quatro clássicos desse ano?
Já, sim senhor, por duas vezes: o último a fazê-lo foi o FC Porto de José Mourinho, em 2002/03. O primeiro a conseguir a proeza foi o Benfica, de Jimmy Hagan, em 1971/72. E, novamente com Hagan, esteve quase a repeti-la na época seguinte: em 1972/73 somou três vitórias e empatou nas Antas, no quarto e último clássico dessa época. Foi o célebre campeonato sem derrotas, com 28 vitórias e dois empates. 

E ao contrário, já algum dos três grandes ganhou os quatro clássicos na mesma época sem acabar campeão?
Nunca. O melhor desempenho de um não-campeão no ciclo dos clássicos é do FC Porto, em 1948/49: três vitórias e um empate com os rivais de Lisboa. E, mesmo assim, acabou esse campeonato na quarta posição, atrás de Sporting, Benfica e Belenenses.
 
E qual foi o pior desempenho de um grande no conjunto dos clássicos?
Também é do FC Porto: na temporada 1945/46, perdeu os seis jogos que efetuou com os grandes de Lisboa, campeão Belenenses incluído. Aliás, os dragões terminaram esse campeonato no 6º lugar, com mais derrotas do que vitórias.
Jorge Jesus e o Sporting são os únicos que podem ganhar os quatro clássicos nesta Liga.
 
Qual é o melhor desempenho do técnico leonino no campeonato entre os três grandes desde 2009/10?
Conseguiu duas vitórias, um empate e uma derrota na época de estreia, e também em 2012/13 e 2013/14. A única temporada em que terminou este ciclo invicto foi precisamente a última, em 2014/15, quando venceu o FC Porto no Dragão e empatou os restantes três jogos. Se vencer um dos dois jogos grandes que ainda lhe faltam – Benfica em Alvalade e FC Porto no Dragão – fixa um novo máximo pessoal em clássicos ganhos numa mesma Liga.

A discussão na Liga portuguesa é demasiado centrada nos três grandes? Quantas vezes Benfica, FC Porto e Sporting, por qualquer ordem, monopolizaram o pódio, como parece perto de acontecer novamente este ano?
Mais de metade das vezes. Em 81 campeonatos o pódio foi exclusivo dos três grandes em 44 ocasiões. Ou seja, só por 37 vezes houve outras equipas a intrometerem-se nessa discussão. E nunca houve um pódio sem grandes, nem nos anos em que Belenenses e Boavista foram campeões. O máximo que aconteceu, nesse particular, foi registarem-se dois «intrusos» no mesmo ano: em 1972/73, o pódio foi composto por Benfica, Belenenses e V. Setúbal. E em 1975/76, por Benfica, Boavista e Belenenses.
 
Então, para terminar, desde que há Liga quantas equipas além dos três grandes já ficaram no pódio?
Ao todo são nove. O Belenenses conseguiu-o por 18 vezes, o Boavista seis. V. Guimarães e V. Setúbal fizeram-no quatro vezes cada. Sp. Braga e o velhinho Atlético, duas cada. CUF, Académica e P. Ferreira, também o conseguiram. Os pacenses foram a última exceção à regra, em 2013.
 
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Benfica 1-2 FC Porto: parados

Foi o FC Porto, como em tantos outros momentos das recentes décadas, que trouxe de volta à terra o SL Benfica... Com o Inferno da Luz cheio e em estado de euforia com a recente liderança os encarnados tinham uma oportunidade de ouro para se afirmar como principais candidatos ao título e afastar o eterno rival nortenho da corrida ao ceptro de campeão nacional. Enorme desilusão e enorme vitória para José Peseiro...

Comecemos pelo optimismo que é sempre boa maneira de encarar as dificuldades: ainda há menos de 2 meses o Benfica estava a 7 pontos do 1º lugar, sendo que apesar do banho gelado de ontem, ficará hoje a 3 pontos com 12 jornadas ainda por jogar e um confronto directo com o adversário que vai à frente.

Por outro lado, números muito frios para Rui Vitória e este plantel: nesta temporada, sempre que encontraram um grande de Portugal perderam. São já 5 jogos, 5 derrotas. Miserável!
São também já dois anos sem vitórias dos encarnados em jogos grandes para o campeonato em sua casa (2E e 2D e apenas 2 golos marcados).

Ao contrário de Rui Vitória, não considero o resultado de ontem injusto. É verdade que o FC Porto nada tinha feito para empatar quando Herrera, no primeiro lance de perigo dos dragões, fez o 1-1. É verdade que Iker Casillas foi o homem do jogo e assinou 3/4 defesas monumentais mas isso é e faz parte do futebol. A equipa do FC Porto foi claramente mais inteligente, soube ler todos os momentos do jogo, foi mais equipa e ganhou de forma justa.

A equipa de ontem do SLB foi uma formação desequilibrada, descontrolada, sem liderança e, em boa parte do jogo, perdida em campo. O menino Renato Sanches é um diamante, ninguém tenha dúvidas, mas foi ridículo ver como uma equipa com tantos bicampeões nacionais entregou a este puto maravilha toda a construção de jogo. Resultou, enquanto o jovem não rebentou mas depois foi o meio campo do FCP que, com alguma facilidade, dominou uma equipa que vinha a golear todos os adversários com que se defrontava. Outro erro, pois querer jogar com o FC Porto como se joga com o Moreirense ou o Belenenses é sinal de alguma incompetência. Foram demasiadas tentativas de bonitos, passes de primeira, pouco cuidado com a posse de bola e uma mania artística suicida. Duro mas não longe do que se passou ontem com Gaitán, Pizzi ou Jonas. Foi aliás de um destes lances/perdas de bola que nasceu o último golo.
Importante também notar que Samaris está com muitas dificuldades em fazer dupla com Renato Sanches, o grego não é um médio defensivo, e sem Fejsa ou joga Renato ou Samaris, não os dois. 

Finalmente, o último erro na leitura deste jogo que contribuiu para a derrota de Rui Vitória. A entrada das águias na 2ª parte notou claramente que o técnico entrou para este jogo com um, e só 1, resultado na cabeça. O empate não era assim tão negativo, aliás o ano passado o Benfica empatou com o FC Porto na Luz e foi campeão. Acima de tudo era importante não perder. Apostou tudo de forma descontrolada e o FC Porto não teve dificuldades em capitalizar. Foi claro para mim que algo teria de ser feito ao intervalo pois Renato e Gaitán estavam em claro défice físico. Um dos dois teria de sair. Só mexeu quando já estava a perder...

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